Às vezes bate a realidade, a encaro de frente porque é bobagem me enganar: o mundo não é para mim. Angustiada por ter que viver uma rotina pesada, vazia e sem emoção não que seja dor. Preocupo-me com o futuro. ''O que será de mim?', me pergunto. Quando sabemos que tudo que começa tem seu fim e é exatamente esse fim que espero. Quanto tempo terei que ficar nessa situação, sem saber para onde ir? Responsabilizo-me pela minha situação. A covardia tantas vezes me tirou chances, hoje me arrependo. O amanhã eu desconheço. Meu plano agora? Também não sei, acho que estou à deriva. Quantas as vezes em que pensei que mudaria, que as coisas... não saí do lugar!
Posso dizer por mim mesma que me perdi, que já não me recordo de quem fui, daquela garota cheia de sonhos. Hoje só vejo uma imagem lamentável que só quer se esconder, que não quer ser vista, que não mais quer existir...
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Vontade de tudo, de nada
“O tempo passa. Mesmo quando parece impossível. Mesmo quando cada batida dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim.”
Trecho de Lua Nova, de Stephenie Meyer.
Trecho de Lua Nova, de Stephenie Meyer.
Ando me rendendo ao sentimento e nem sei mais se sofro ou sigo em frente. Tenho vontade de me jogar em frente aos carros, lembrando das cenas do filme baseado no livro que li, "Lua Nova". Sinto que encontro ele no perigo. Não é bobeira sentimental, é algo que me fascina. Faço minhas, as palavra de Bella, no livro:
"Mesmo eu lutando pra não pensar nele, eu não lutava pra esquecê-lo. Eu tive medo que – tarde da noite, quando a exaustão pela falta de sono quebrasse minhas defesas - eu acabasse me dando por vencida. Eu tive medo que minha mente fosse como uma peneira, e que algum dia eu não lembrasse mais a cor exata dos seus olhos, a sensação do toque da pele fria ou da textura da voz dele. Eu podia não pensar nisso, mas eu precisava me lembrar disso. Porque só havia uma coisa na qual eu precisava acreditar pra ser capaz de viver - eu precisava saber que ele existia. Isso era tudo. Tudo mais podia ser suportado. Contanto que ele existisse."
Dói saber que ele existe, sim, apesar de ser só uma vaga lembrança.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Silêncio
Hoje, nada me machucou mais que o silêncio e a culpa que ele tem. O silêncio gritou alto o que deveria ser feito, e foi feito. Coisas que poderiam ter voz, e palavras confortantes e amigáveis, se transformaram em um silêncio destruidor. Nada destrói mais que o silêncio quando se deveria gritar, falar, compreender, fazer entender. Hoje aprendi o que o silêncio destrói uma vida. Não há nada mais triste do que insistir no erro, calar quando se deveria protestar e continuar fazendo um trilho cheio de palavras não ditas e sonhos desfeitos. Como disse Abraham Lincoln: "Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes". Nenhum homem é capaz de ser covarde e se calar. Nenhum homem deixa de proteger sua prole por palavras guardadas. Os únicos que ficam calados são os filhos embaixo da guarda de seus pais, que serão sempre protegidos.
É muito cedo ainda pra se tornar adulto quem pensa que ficar calado resolve tudo.
Foi o momento errado e sempre será a pessoa errada. Nada mais é recíproco, nada mais é dado em troca. Na verdade, nunca foi, mas até hoje, morava em um sonho em que o mundo era 10 anos mais velho.
É difícil ter que encontrar um coração igual ao seu num mundo de Peter Pan's. Creio hoje que fui a unica que cresci.
É muito cedo ainda pra se tornar adulto quem pensa que ficar calado resolve tudo.
Foi o momento errado e sempre será a pessoa errada. Nada mais é recíproco, nada mais é dado em troca. Na verdade, nunca foi, mas até hoje, morava em um sonho em que o mundo era 10 anos mais velho.
É difícil ter que encontrar um coração igual ao seu num mundo de Peter Pan's. Creio hoje que fui a unica que cresci.
domingo, 26 de janeiro de 2014
Discussões
Fiquei com tanto trauma de ter razão (isso mesmo: de ter razão) que tenho medo de discutir com as pessoas. Lembro de todas as discussões desnecessárias que eu fazia de tudo pra que nunca acontecessem, porque eu sabia que não levariam a nada. Nunca me davam opiniões, nunca me ensinavam nada, nunca me mostravam o certo, era só eu quem fazia tudo isso. Eu era o chefe. Eu era a mãe que decide. Era frustrante demais, terrivelmente frustrante não ter alguém que toma decisões do seu lado quando você está casada, não ter um chefe de família e você ter que usar as calças, não ter alguém que usa as palavras "espera aí, vamos conversar sobre isso, isso não está certo" (em 2 anos e meio no meu ultimo relacionamento eu não ouvi essas palavras NENHUMA VEZ!), alguém que sabe confortar e confrontar alguém que está com raiva, ao invés de ficar com mais raiva ainda e usar xingamentos pra piorar a situação.
Eu sempre precisei de ajuda, clinicamente falando. Nunca fui das pessoas mais calmas, até por isso que gosto de pessoas calmas do meu lado (aprendi a gostar). Sou daquelas pessoas difíceis de lidar, e como dizem meus pais, "tu precisas de alguém que segure tuas rédeas e te coloque na linha, porque guri pra você fazer de bobo tem aos montes por aí". Hoje eu entendo que não sou eu que sou a ruim de "fazer os meninos de bobos", mas eles que não são maduros suficiente pra "domar" a mulher que eu sou. A unica verdade confortável da minha vida hoje em dia. Sim, eu sou uma mulher das poucas. Nem todos conseguem se aproximar e quem consegue, ganha o mundo. Tem que enfrentar o leão pra ele ficar mansinho, te lamber e te trazer comida. Quem não enfrenta, sai mordido. E o leão frustrado.
Quando discuto com alguém fico aflita pensando se vão contornar a situação, achar uma saída, reagir de forma madura ou então ficar em silêncio, como se eu fosse uma autoridade (que eu nunca quis ser - me chamam de machista por isso, mas que se dane, sou completamente submissa num relacionamento) e com uma cara de cachorro com o rabo entre as pernas.
Que eu me livre de todos esses meninos bobos que meus pais falam e encontre homens de verdade na minha vida. Meu filho precisa de um pai um dia, mas acima de tudo, eu preciso de alguém que corra do meu lado pra quando chegar no final, estarmos felizes por estarmos cansados juntos.
Eu sempre precisei de ajuda, clinicamente falando. Nunca fui das pessoas mais calmas, até por isso que gosto de pessoas calmas do meu lado (aprendi a gostar). Sou daquelas pessoas difíceis de lidar, e como dizem meus pais, "tu precisas de alguém que segure tuas rédeas e te coloque na linha, porque guri pra você fazer de bobo tem aos montes por aí". Hoje eu entendo que não sou eu que sou a ruim de "fazer os meninos de bobos", mas eles que não são maduros suficiente pra "domar" a mulher que eu sou. A unica verdade confortável da minha vida hoje em dia. Sim, eu sou uma mulher das poucas. Nem todos conseguem se aproximar e quem consegue, ganha o mundo. Tem que enfrentar o leão pra ele ficar mansinho, te lamber e te trazer comida. Quem não enfrenta, sai mordido. E o leão frustrado.
Quando discuto com alguém fico aflita pensando se vão contornar a situação, achar uma saída, reagir de forma madura ou então ficar em silêncio, como se eu fosse uma autoridade (que eu nunca quis ser - me chamam de machista por isso, mas que se dane, sou completamente submissa num relacionamento) e com uma cara de cachorro com o rabo entre as pernas.
Que eu me livre de todos esses meninos bobos que meus pais falam e encontre homens de verdade na minha vida. Meu filho precisa de um pai um dia, mas acima de tudo, eu preciso de alguém que corra do meu lado pra quando chegar no final, estarmos felizes por estarmos cansados juntos.
Tédio
Eu acho que eu tô tão aborrecida com tudo porque sei que a culpa não é minha. Eu sempre tentei, eu sempre fiz tudo pra dar certo. Eu pedia pra dar certo, eu corria atrás de tudo pra dar certo. Eu mudei, eu me transformei em "mulher do fulano" e deixei de ser a andri. Eu tive a liberdade de mudar e quis, eu gostei de mudar. É tudo um choque, porque nunca fui obrigada a nada, eu me acostumei com tudo e agora sim, preciso mudar na marra.
Quando você se dá totalmente por alguém por querer, por gostar, é difícil sair disso e simplesmente viver a vida.
Quando você se dá totalmente por alguém por obrigação, é muito fácil ser feliz depois de tudo, viver a vida normalmente, acostumar-se com as mudanças (que agora são boas).
Me sinto mal por ter sido uma prisão, mesmo não querendo ser, mesmo fazendo de tudo pra não ser.
Hoje nem sei como eu deveria ter sido.
Quando você se dá totalmente por alguém por querer, por gostar, é difícil sair disso e simplesmente viver a vida.
Quando você se dá totalmente por alguém por obrigação, é muito fácil ser feliz depois de tudo, viver a vida normalmente, acostumar-se com as mudanças (que agora são boas).
Me sinto mal por ter sido uma prisão, mesmo não querendo ser, mesmo fazendo de tudo pra não ser.
Hoje nem sei como eu deveria ter sido.
Chuva
Tava triste que hoje não ia ter o friozinho de ontem e chove de repente. Não é tão bom como ontem, mas já é bom pra mim. Acho que gosto de chuva porque tenho uma desculpa pra ficar dentro de casa sem parecer esquisita. Apareceu mais um sentimento que me fez chorar a noite toda na sexta - como se isso funcionasse pra resolver os meus problemas, mas mesmo assim, eu preciso fazer isso. Fiquei pensando em culpa. Pensei que se eu tivesse sido diferente (pra pior) nada de ruim teria acontecido na minha vida. Ontem vi que me doei demais por nada em saber que ninguém se esforçou por mim até hoje. Todo o tempo em que estive casada nunca cobrei além do necessário, sempre deixei o relacionamento ser baseado em liberdade pra ser/fazer o que quiser. Justamente por isso não mudei depois que me separei, tô usando a mesma liberdade que tinha antes. Aí vejo pessoas fazendo coisas como se estivessem presas durante todo esse tempo, falando coisas diferentes, fazendo coisas que antes poderiam fazer mas não faziam. Mas por que? Será que eu não deixei claro o suficiente? Eu não entendo o por que das pessoas imporem a si mesmas esse tipo de prisão. Isso me deixa chateada e magoada, transformo isso em raiva que me fortalece e eu fico cada dia mais distante de um futuro que eu iria viver me lamentando. É duro ter que enfrentar tudo isso, mas eu recebo uma recompensa que se chama experiência.
sábado, 25 de janeiro de 2014
Superando o meu eu.
Sentindo o vento no meu rosto, fico inconscientemente ouvindo o som dos carros na rua, pensando que todos eles vão parar em frente à minha casa e me surpreender. Sinto um vazio que não se preenche com bebida. Penso, penso, e cada vez mais fico angustiada por só pensar. Tento me distrair com coisas bem humoradas, mas nem elas conseguem me fazer esquecer dos problemas, só me trazem mais em me mostrar que eu poderia estar sorrindo mas não estou.
Não sei por quanto tempo mais eu me aguento, eu me rendo.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Fugir correndo
Hoje meu dia não foi dos piores, mas nem dos melhores. Dudu se divertiu muito na piscina e eu pude tomar uma cerveja pra tentar relaxar. Resolvi subir pra praça central da cidade, já que hoje a muvuca é grande e me arrependi. Quando subi tava tudo tranquilo, tava tocando uma banda, o pessoal tava animado, muita descontração e um sorteio. Tudo bem normal quando tem muvuca por aqui. Até que resolveram soltar fogos de artifício. Me veio o meu réveillon na cabeça e o resto dá pra imaginar: no meio de toda a beleza dos fogos, todas as risadas, do pessoal encantado com as cores lindas, eu fico com vontade de chorar. O Dudu, no meu colo, me abraçou por causa do barulho e eu fiquei pior. Deu vontade de sair correndo de lá, de me esconder e poder chorar, mas tudo que eu pude - pra não passar um fiasco - foi deixar uma lágrima cair.
Eu percebi hoje que eu nunca vou esquecer o que eu passei e vai demorar pra conseguir ver fogos de artifício sem lembrar da noite em que todo mundo estava festejando, enquanto eu estava em casa chorando, preocupada com o futuro do meu filho, e se era uma boa hora de bater na casa dos vizinhos pra eles ficarem com o Dudu enquanto eu me matava. O pior de tudo isso é que ninguém fez uma forcinha pra nada disso melhorar e eu tive que aguentar tudo sozinha. E continuo aguentando, até não suportar mais.
Eu percebi hoje que eu nunca vou esquecer o que eu passei e vai demorar pra conseguir ver fogos de artifício sem lembrar da noite em que todo mundo estava festejando, enquanto eu estava em casa chorando, preocupada com o futuro do meu filho, e se era uma boa hora de bater na casa dos vizinhos pra eles ficarem com o Dudu enquanto eu me matava. O pior de tudo isso é que ninguém fez uma forcinha pra nada disso melhorar e eu tive que aguentar tudo sozinha. E continuo aguentando, até não suportar mais.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Post DESmotivacional do dia
Na minha sina por músicas tristes, eu ouvi essa hoje:
"Sem você passei a ver o que nunca enxerguei. Sem você me dei um tempo e me repensei. Eu me vi naquelas folhas de outra estação, que sem vida, são varridas secas pelo chão. Acredito hoje em coisas que me ensinou, acredito que dias melhores estão por vir e amores de verdade surjam num olhar. Acredito que a gente possa ser feliz.
Desculpe chegar sem avisar, mas eu não consigo esquecer você dizendo que já não me ama. Ensaiei mil coisas pra falar, pra mim são difíceis de dizer.
Eu sei que fui difícil de lidar, sempre fechado, sem falar de amor, de sol, de flor. Vim contar que ando amargando a solidão, você me fez sentir um coração pulsar, doer.
Mesmo se não voltar, queria te dizer que aprendi a ser melhor com você."
Não to bem por mim, mas tô bem pelo meu filho.
"Sem você passei a ver o que nunca enxerguei. Sem você me dei um tempo e me repensei. Eu me vi naquelas folhas de outra estação, que sem vida, são varridas secas pelo chão. Acredito hoje em coisas que me ensinou, acredito que dias melhores estão por vir e amores de verdade surjam num olhar. Acredito que a gente possa ser feliz.
Desculpe chegar sem avisar, mas eu não consigo esquecer você dizendo que já não me ama. Ensaiei mil coisas pra falar, pra mim são difíceis de dizer.
Eu sei que fui difícil de lidar, sempre fechado, sem falar de amor, de sol, de flor. Vim contar que ando amargando a solidão, você me fez sentir um coração pulsar, doer.
Mesmo se não voltar, queria te dizer que aprendi a ser melhor com você."
Não to bem por mim, mas tô bem pelo meu filho.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Solidão, dá um tempo e vá saindo...
Foi só o dudu dormir pra eu me sentir sozinha, ele realmente me consola com a companhia que ele me faz. Deveria estar nesse momento dando uma volta em Passo Fundo, mas preferi a solidão. Eu tô cheia de fases, uma hora me sinto triste, outra conformada, outra feliz. Nem eu sei mais.
Já fiz planos pra minha vida de ser uma tia solitária pra sempre. Daquelas que tem 11 gatos em casa, mas em vez dos gatos, o Dudu com 35 anos morando comigo.
Eu tenho vontade de sair, me divertir e ao mesmo tempo não tenho ânimo pra isso. Tenho vontade de conhecer pessoas, mas quer conhecer só as que sejam do jeito que eu quero. Isso não funciona. Faz dias que tô tratando pessoas legais com indiferença e isso não é bom, porque afasto elas de mim. Mas ainda acho melhor do que ter por perto e discutir ou não dar um valor suficiente pra permanecerem perto de mim. Prefiro o incerto do que o certo de não ver mais essas pessoas.
Tô me sentindo triste em estar triste, acho que isso é um loop infinito. Há dias que eu não consigo ver o lado positivo de uma situação como eu via antes, vejo só o lado "pode ser", "assim tá bom". Eu repito: acho que não tô vivendo, tô só sobrevivendo.
Hoje o Dudu chorou demais na creche, tive que ficar perto dele, ele não deixava eu me afastar. Vai ser horrível de conseguir fazer ele acostumar, a diretora já me disse que vai demorar mais que as outras crianças. Não é fácil deixar ele lá por ter que trabalhar pra poder sustentar ele. Ele merecia uma vida melhor, mas eu sei que um dia ele vai ter.
Queria poder ter evitado tudo isso, mas não poderia ter evitado sozinha.
Queria que tudo tivesse sido melhor pro meu filho, mas ninguém me ajudou. Hoje eu faço questão de fazer ele feliz mesmo sozinha, mesmo que eu esteja do jeito que eu tô.
Já fiz planos pra minha vida de ser uma tia solitária pra sempre. Daquelas que tem 11 gatos em casa, mas em vez dos gatos, o Dudu com 35 anos morando comigo.
Eu tenho vontade de sair, me divertir e ao mesmo tempo não tenho ânimo pra isso. Tenho vontade de conhecer pessoas, mas quer conhecer só as que sejam do jeito que eu quero. Isso não funciona. Faz dias que tô tratando pessoas legais com indiferença e isso não é bom, porque afasto elas de mim. Mas ainda acho melhor do que ter por perto e discutir ou não dar um valor suficiente pra permanecerem perto de mim. Prefiro o incerto do que o certo de não ver mais essas pessoas.
Tô me sentindo triste em estar triste, acho que isso é um loop infinito. Há dias que eu não consigo ver o lado positivo de uma situação como eu via antes, vejo só o lado "pode ser", "assim tá bom". Eu repito: acho que não tô vivendo, tô só sobrevivendo.
Hoje o Dudu chorou demais na creche, tive que ficar perto dele, ele não deixava eu me afastar. Vai ser horrível de conseguir fazer ele acostumar, a diretora já me disse que vai demorar mais que as outras crianças. Não é fácil deixar ele lá por ter que trabalhar pra poder sustentar ele. Ele merecia uma vida melhor, mas eu sei que um dia ele vai ter.
Queria poder ter evitado tudo isso, mas não poderia ter evitado sozinha.
Queria que tudo tivesse sido melhor pro meu filho, mas ninguém me ajudou. Hoje eu faço questão de fazer ele feliz mesmo sozinha, mesmo que eu esteja do jeito que eu tô.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Mais um dia normal
É um saco ter que acordar pensando em qual vai ser a besteira que vão fazer hoje pra te incomodar e nem ter vontade de sair da cama. Ter que fazer almoço pensando que um dia a comida pode acabar e teu filho pode ficar com fome. Ter que sair de casa depois do meio dia pensando nas pessoas horríveis que pode encontrar pela rua e te incomodar. Não poder entrar em uma rede social sem ter gente fiscalizando tudo que você faz e fazendo de tudo pra te alfinetar.
Eu me sinto orgulhosa de mim, que nunca precisei incomodar ninguém pra ser feliz. Tô aí, lutando pra ser uma mãe perfeita pro meu filho e ainda tenho que aturar gente que não se conforma em ver que estamos dando a volta pro cima.
Por um mundo onde a gente possa viver em paz, sem precisar ter que que deletar todas as redes sociais e não sair de casa durante uma semana pra ter um pouco de sossego.
Eu me sinto orgulhosa de mim, que nunca precisei incomodar ninguém pra ser feliz. Tô aí, lutando pra ser uma mãe perfeita pro meu filho e ainda tenho que aturar gente que não se conforma em ver que estamos dando a volta pro cima.
Por um mundo onde a gente possa viver em paz, sem precisar ter que que deletar todas as redes sociais e não sair de casa durante uma semana pra ter um pouco de sossego.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Post auto-motivacional do dia
Você não me deixava levantar, mas me levantei, já tirando a poeira. Eu tenho o olho do tigre, uma lutadora dançando no fogo, porque sou uma campeã. E você vai me ouvir rugir mais alto, mais alto do que um leão.
Nojo, repulsa, asco, que susto! [2]
Tive que fazer uma segunda postagem de tão estranho que foi. Agora não paro de rir. hahahahahha
Será mesmo que o destino tá me dando uma mãozinha pra ser forte e aguentar a barra? "Pera lá, andri, você vai fazer besteira, você prometeu não se importar, não ligar, deixar o passarinho voar. Peraí que vou fazer você ficar com uma raiva imensa e desistir de fazer isso!" Não é possível que isso tenha acontecido assim, do nada. Tem escutas na minha casa? Tem câmeras que viram que eu cheguei abatida, pensativa e ia fazer uma besteira? hahahahha
Não dá pra entender como tudo tá realmente dando certo. Certo de verdade. Até o fato de eu poder até jogar um emprego na cara das desocupadas e poder dizer o que diz aqui no meu print: "Trabalhar é bom pra sustentar uma casa".
Não dá, to ficando louca.
um OBRIGADA gigante ao tempo que eu esperei antes de mandar um "Oi, fulano."
Será mesmo que o destino tá me dando uma mãozinha pra ser forte e aguentar a barra? "Pera lá, andri, você vai fazer besteira, você prometeu não se importar, não ligar, deixar o passarinho voar. Peraí que vou fazer você ficar com uma raiva imensa e desistir de fazer isso!" Não é possível que isso tenha acontecido assim, do nada. Tem escutas na minha casa? Tem câmeras que viram que eu cheguei abatida, pensativa e ia fazer uma besteira? hahahahha
Não dá pra entender como tudo tá realmente dando certo. Certo de verdade. Até o fato de eu poder até jogar um emprego na cara das desocupadas e poder dizer o que diz aqui no meu print: "Trabalhar é bom pra sustentar uma casa".
Não dá, to ficando louca.
um OBRIGADA gigante ao tempo que eu esperei antes de mandar um "Oi, fulano."
Nojo, repulsa, asco, que susto!
Fui levar o Dudu pra andar de motoca, é a primeira vez que saio com ele andando nela e tô tão realizada. Quando tava voltando comecei a pensar em tudo que ele poderia estar compartilhando com um pai e não faz isso porque ele simplesmente abandonou ele. Enfim, vou direto contar a besteira que eu ia fazer: Ligar e pedir pra conversarmos sobre o Dudu. Cheguei em casa e fiquei sentada uns 15 minutos na porta, pensando se eu deveria mesmo e como faria isso. Tenho até algumas fotos que tirei do dudu na hora que eu tava sentada lá. Peguei meu notebook, liguei, como se tudo estivesse em câmera lenta, como se eu estivesse tendo a oportunidade de pensar. Abri meu Facebook e num passe de mágica uma maçã caiu com força na minha cabeça e eu descobri teorias. Chego a ficar assustada em contar o que aconteceu: A vagabunda da mãe dele e a aprendiz de vagabunda da irmã me perturbaram no Facebook e fez eu mudar logo de ideia. Não sei se agora eu agradeço a falta do que fazer (porque vivem numa casa que mais parece um chiqueiro) ou se taco fogo na casa delas de uma vez.
Como eu queria tacar fogo.
Mas no momento eu só posso agradecer por elas serem infelizes e me fizeram entender que EU CONSIGO SOZINHA. Só preciso de uma ajudinha do destino de vez em quando. Percebi que só sobrevivo a isso quando pegam no meu pé e me deixam cheia de nojo e raiva. Se não, eu estaria nesse momento ligando pra um ex descompromissado e me fazendo de boba.
Andri Daudt - se sentindo aliviada.
Calor infernal
Acordei tarde hoje, não queria levantar da cama antes que fossem 11 horas da manhã - no ano de 2024. Mas levantei, fiz o almoço do Dudu e levei ele na creche pra fazer a adaptação essa semana, pra semana que vem ele já estar acostumado. O calor na rua tava terrível, o que melhorou foi o ar condicionado no consultório odontológico. Me arrependi de ter levantado na cama quando minha mãe veio com um "coitadinho dele" por causa das cenas que o ex faz pra minha família, dizendo que quer ver o meu filho. Hoje eu achei que não ia mais aguentar e não aguentei mesmo, fiz o clichê de colocar a minha vida pessoal no Facebook pra todo mundo ver. É bom saber que as pessoas sabem o que eu tô passando pra um dia me apontarem o dedo, dizendo que valeu a pena ter passado por tudo isso. Vim pra casa chorando, depois que passei no meu pai pra desabafar sobre isso. É ridículo, é desumano, eu não vejo a hora de ver ele pagar por tudo isso que ele tá fazendo com a minha familia. É tão simples me deixar em paz e curtir a vida dele, que ele sempre quis e já esperava há tempos! Eu já mostrei que sou capaz de criar meu filho sozinha pra ele, pra todo mundo e pra mim mesma, mas esse fantasma precisa chegar de vez em quando atormentando a nossa vida. Todo dia ele procura um jeito diferente de chamar atenção, típico crianção que não tinha atenção da mãe bêbada em casa quando era criança, tanto que nem lembra como a infância foi. Sinto pena, sim, mas sinto mais pena das pessoas que precisam conviver com uma pessoa dessas, que infelizmente, nunca vai crescer. Juro que tinha esperanças, mas sabia que se um dia ele crescesse, não seria comigo, mas acho que nem longe de mim. Coitado.
Como já comentei, minha vida tá toda encaminhada, não tenho do que reclamar. Se existisse um deus, ele já ia estar me dando em troca tudo que eu sofri nesse ultimo mês. É bom saber que toda a verdade aparece um dia e nada é em vão. Recebi uma ótima visita essa tarde que e animou um pouquinho, mas não tô gostando da pressão que eu tô sentindo, não... Hoje eu tô me sentindo bem sozinha, quero curtir minha solidão.
Pagode de madrugada
Essa é da série: musicas que a andri escuta na madrugada, com uma lata de cerveja na mão. Ontem tava escutando sertanejo de raiz, hoje tô escutando de Katingelê à Sorriso Maroto. Eis uma das musicas:
"Eu vacilei em não querer mudar, você bem que avisou que iria terminar. Sabe que eu não tive a intenção de andar na contra-mão, mas resolvi parar. Olha só, eu tenho mil defeitos, mas vou te dizer que esse é o meu jeito, o que posso fazer? Mas sabe que eu te amo de verdade, além do mais, rola entre a gente um lance pra valer. Será que tem certeza do que vai fazer? Acho melhor pensar, voltar atrás. Logo eu, que bati de frente com toda essa gente que quis nos vencer... Logo eu, entrei no teu jogo, me queimei no fogo e o pior que ardeu. Logo eu!"
Eita!
Só não coloco letras mais "óbvias" sobre minha vida aqui porque eu choro, e nessa altura do campeonato, é melhor evitar.
"Eu vacilei em não querer mudar, você bem que avisou que iria terminar. Sabe que eu não tive a intenção de andar na contra-mão, mas resolvi parar. Olha só, eu tenho mil defeitos, mas vou te dizer que esse é o meu jeito, o que posso fazer? Mas sabe que eu te amo de verdade, além do mais, rola entre a gente um lance pra valer. Será que tem certeza do que vai fazer? Acho melhor pensar, voltar atrás. Logo eu, que bati de frente com toda essa gente que quis nos vencer... Logo eu, entrei no teu jogo, me queimei no fogo e o pior que ardeu. Logo eu!"
Eita!
Só não coloco letras mais "óbvias" sobre minha vida aqui porque eu choro, e nessa altura do campeonato, é melhor evitar.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Stalkear e sei lá.
Hoje me deu uma vontade de me fechar dentro de casa e não sair. Meu pai me ligou cedo pra irmos pro clube e eu resolvi ir pelo Dudu. Ele se divertiu demais, parecia que queria ficar na piscina o dia todo. Tá quase nadando. O tagarela conversou comigo o dia todo e todo mundo tá achando lindo. Tirei muitas fotos das proezas dele.
Hoje eu quase "stalkeei" as pessoas e tô me sentindo orgulhosa em não ter feito isso, não saber, não procurar, não me interessar pela vida de ninguém. Prefiro evitar de me magoar ainda mais, porque sei que vou ver coisas que não quero. É como se fosse uma auto-surra. Não quero me agredir, preciso me proteger. Parece que foi surreal quando eu pensei em digitar um nome na minha caixa de busca do Facebook e meu notebook reiniciou pra instalar atualizações. Foi um aviso do meu eu dizendo "não faça isso, você vai chorar o dia todo se fizer" e não fiz. Obrigada ao meu notebook por instalar atualizações. Foi uma lição pra não querer procurar dois chifres em cabeça de unicórnio.
É dificil falar sobre esses sentimentos que tão vindo agora à tona, mas na real, tô fazendo minha parte. Prometi que nunca correria atrás de ninguém, nunca procuraria ninguém se ninguém me procurasse e nunca forçaria ninguém a gostar de mim. Tô me sentindo bem com as pessoas que estão ao meu redor, mesmo que eu sinta falta (é dificil dizer que sinto falta, porque na verdade não sinto, mas faz parte de um "pacote de sentimentos" que eu recebi esse fim de semana) de pessoas que eu sei que já seguiram em frente.
Tô conversando com uma menina que me pede conselhos sobre fim de relacionamento, porque ela acabou de terminar o dela também. Não me sinto professora do assunto, mas tô sabendo ajudar as pessoas.
Sempre digo que aos poucos vou superando, mas incrivelmente, tá piorando em um lado e melhorando no outro. Melhorando a minha vida e piorando meus sentimentos. De um lado eu rio, do outro eu fico confusa. Sei lá.
Hoje eu quase "stalkeei" as pessoas e tô me sentindo orgulhosa em não ter feito isso, não saber, não procurar, não me interessar pela vida de ninguém. Prefiro evitar de me magoar ainda mais, porque sei que vou ver coisas que não quero. É como se fosse uma auto-surra. Não quero me agredir, preciso me proteger. Parece que foi surreal quando eu pensei em digitar um nome na minha caixa de busca do Facebook e meu notebook reiniciou pra instalar atualizações. Foi um aviso do meu eu dizendo "não faça isso, você vai chorar o dia todo se fizer" e não fiz. Obrigada ao meu notebook por instalar atualizações. Foi uma lição pra não querer procurar dois chifres em cabeça de unicórnio.
É dificil falar sobre esses sentimentos que tão vindo agora à tona, mas na real, tô fazendo minha parte. Prometi que nunca correria atrás de ninguém, nunca procuraria ninguém se ninguém me procurasse e nunca forçaria ninguém a gostar de mim. Tô me sentindo bem com as pessoas que estão ao meu redor, mesmo que eu sinta falta (é dificil dizer que sinto falta, porque na verdade não sinto, mas faz parte de um "pacote de sentimentos" que eu recebi esse fim de semana) de pessoas que eu sei que já seguiram em frente.
Tô conversando com uma menina que me pede conselhos sobre fim de relacionamento, porque ela acabou de terminar o dela também. Não me sinto professora do assunto, mas tô sabendo ajudar as pessoas.
Sempre digo que aos poucos vou superando, mas incrivelmente, tá piorando em um lado e melhorando no outro. Melhorando a minha vida e piorando meus sentimentos. De um lado eu rio, do outro eu fico confusa. Sei lá.
Vivendo um dia de cada vez
Hoje é sábado (ainda não dormi, continua sendo sábado), então hoje foi dia de faxina aqui em casa. Cortei até a grama. Ainda me perguntam se eu tô cansada e eu digo que não. E não tô mesmo, como boa dona de casa que se preze. Fui festejar o aniversário do meu pai e saí cedo de lá, com aquelas desculpas "tô cansada, o Dudu tá enjoadinho, já jantei em casa" pra não dizer que eu tava mesmo era ficando cada vez com mais vontade de chorar. Eu tava em boa companhia, num lugar cheio de gente, com cerveja na mão, mas tava sentindo aquelas coisas de fim de relacionamento que chegaram atrasadas, depois que tudo já passou. Coisas que nem precisava mais sentir. Angústia, medo, nostalgia e tudo mais. Fomos dar uma volta e eu me senti egoísta em não dar sentimentos em troca e quis voltar pra casa, mesmo sabendo que seria pior quando eu chegasse e ficasse sozinha. Sei que me entendem, porque não preciso explicar tudo que tá acontecendo pra quem já passou por isso. Tenho vontade de sair pra rir e esquecer de tudo, mas eu não coloco a carroça na frente dos bois e sei que agora não é a hora de esquecer, é hora de se lamentar um pouco. Tem festas e convites pra sair por aí, por toda a região, por toda a cidade, mas não é justo comigo mesma forçar risadas e diversão, nem é do meu feitio. Não gosto de falsos sentimentos. Não gosto de pessoas falsas, inclusive. Não gosto de promessas falsas.
Vou assim, vivendo um dia de cada vez, um sentimento de cada vez. Já tive dias de luta e dias de glória. Vou guardar esses dias de glória pra viver eles quando eu estiver mesmo disposta, e eles serão inesquecíveis.
Tô escutando uma rádio que toca musicas retrô e pensando no quanto faz sentido tudo que eu tô passando. O quanto é bom ficar em casa um sábado de noite em casa. O quanto eu sou honesta comigo mesma. Me orgulho de mim por não estar por aí fingindo que sou feliz.
Vou assim, vivendo um dia de cada vez, um sentimento de cada vez. Já tive dias de luta e dias de glória. Vou guardar esses dias de glória pra viver eles quando eu estiver mesmo disposta, e eles serão inesquecíveis.
Tô escutando uma rádio que toca musicas retrô e pensando no quanto faz sentido tudo que eu tô passando. O quanto é bom ficar em casa um sábado de noite em casa. O quanto eu sou honesta comigo mesma. Me orgulho de mim por não estar por aí fingindo que sou feliz.
Ironic
Bem, a vida tem um jeito engraçado de aprontar com você, quando você pensa que está tudo bem e tudo está dando certo. E a vida tem um jeito engraçado de te ajudar quando você pensa que tudo está dando errado, e tudo explode na sua cara.
Um engarrafamento quando você já está atrasado, uma placa de "proibido fumar" no seu intervalo para fumar. É como dez mil colheres quando tudo o que você precisa é de uma faca. É encontrar o homem dos meus sonhos e então conhecer a linda esposa dele. E isso é irônico... você não acha?
Um pouco irônico demais... E, sim, eu realmente acho.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Maratona de seriados
Eu passei aqui só pra registrar a patente: copiaram minha vida quando fizeram o episódio 19 da segunda temporada de "Mike & Molly".
O ep se chama "Molly Can't Lie": http://megafilmeshd.net/player/amv.php?v=kvbm9jc2p4no
Tô acompanhando esse seriado e parece muito legal. Muito mais agora que tem a palavra "policial" no meio. É difícil eu gostar de um seriado e assistir até a season finale. Os outros que eu estou acompanhando não estão me agradando tanto quanto esse.
Falando no seriado, lembrei do ep 3, "Mike Likes Cake" da terceira temporada e uma cena que eu chorei:
Eita!
O ep se chama "Molly Can't Lie": http://megafilmeshd.net/player/amv.php?v=kvbm9jc2p4no
Tô acompanhando esse seriado e parece muito legal. Muito mais agora que tem a palavra "policial" no meio. É difícil eu gostar de um seriado e assistir até a season finale. Os outros que eu estou acompanhando não estão me agradando tanto quanto esse.
Falando no seriado, lembrei do ep 3, "Mike Likes Cake" da terceira temporada e uma cena que eu chorei:
Eita!
Todo mundo tá feliz?
Tô disposta a sorrir hoje. E não é o sorriso forçado quando ouço uma piada, é um sorriso de "o que é que está acontecendo comigo pra eu estar feliz assim?". Agora que tenho cartão no meu celular (já que colocaram mesmo que eu tenha dito não, hahaha) tenho vontade de ficar mandando a mesma mensagem de ontem, todo o tempo, com a mesma sinceridade.
Hoje fomos jantar com os amigos, os colegas e os parentes dele e me senti bem. Eu era a estranha no meio de amizades de longa data e parentes próximos, mas eu fui tratada como a nova integrante do bando, desconfiando, mas confiando. Fazia tempo que não me sentia "da família". O Dudu foi chamado de "enteado" e brincou com as crianças da família como se já conhecessem elas há anos. Fizemos mais planos, incluímos a minha família e tudo vai indo tão bem que chego a me assustar. As vezes quero parar, mas não tenho o que parar, tudo depende de mim e aparentemente, quero continuar.
Hoje me perguntaram o clichê: "você e o pai do teu filho não vão mais voltar?" e eu mudei minha resposta. Aquela velha culpa pra cima dele "ele podia evitar, mas não quis" mudou, porque depois de um tempo eu fiquei consciente de que muita gente passa por coisa pior e continuam juntos. Hoje eu respondo que não, com um sorriso no rosto. Eu tô melhor, sem pressões, sem precisar pedir pras pessoas serem melhores, porque as pessoas que estão ao meu redor já são melhores do que a minha opinião. Eu finalmente sou a que ouve e não a que fala. Tenho certeza de que o "menino que morava na minha casa" deve estar melhor também. Assim dizem as evidências que tenho guardadas, assim dizem as pessoas, assim dizem as atitudes dele. Confesso, com lagrimas nos olhos, que eu esperei uma volta, mas não dele, esperei o homem que ele deveria ser. Não esperei que voltasse por mim, porque sei que ele não faria isso, mas pelo Dudu. Me dá um asco em pensar que uma pessoa prefere os caprichos da própria vida do que mudar pra garantir um futuro saudável pra um filho e uma vida digna pra si próprio. Eu não entendo como uma pessoa consegue segurar um bebê nos braços e não saber sobre a responsabilidade de ficar 18 anos (pelo menos) aturando vergonhas, decepções, deixando de lado coisas que gosta pra dar tudo pra um filho. Sinto pena de pessoas que não dão valor à família que constrói. Eu não aguentei ser agredida e ofendida até agora, mas aguentaria um perdão misericordioso. Digo isso hoje, porque ficou na minha cabeça o que minha amiga me disse: "Depois que eu e o meu marido passamos pelo que você passou, ficamos juntos. Mas estamos juntos pelo nosso filho e não porque nos amamos. O amor ficou nas lembranças boas, as coisas boas que temos hoje são consequências de ser uma família".
Por isso eu tô aqui, cuidando da minha família, com meu filho dormindo como um anjo do meu lado, depois de ter dado mil gargalhadas jogando bola com os sobrinhos do meu "príncipe encantado, que precisa me trazer de volta à meia noite pra não perder o meu encanto de Cinderella".
Poderia ter feito o mesmo. Poderia ter largado tudo e vivido a vida que tinha antes. Poderia deixar minha casa toda bagunçada, sem uma rotina e sem comida na geladeira. Poderia deixar meu filho pra ser criado pelos meus pais e trabalhar pra fazer festas. Poderia, mas ainda tenho orgulho de dizer que sou mãe de família! Algo valioso que se quebra, a gente não joga fora, a gente conserta. Tô juntando os cacos.
Hoje fomos jantar com os amigos, os colegas e os parentes dele e me senti bem. Eu era a estranha no meio de amizades de longa data e parentes próximos, mas eu fui tratada como a nova integrante do bando, desconfiando, mas confiando. Fazia tempo que não me sentia "da família". O Dudu foi chamado de "enteado" e brincou com as crianças da família como se já conhecessem elas há anos. Fizemos mais planos, incluímos a minha família e tudo vai indo tão bem que chego a me assustar. As vezes quero parar, mas não tenho o que parar, tudo depende de mim e aparentemente, quero continuar.
Hoje me perguntaram o clichê: "você e o pai do teu filho não vão mais voltar?" e eu mudei minha resposta. Aquela velha culpa pra cima dele "ele podia evitar, mas não quis" mudou, porque depois de um tempo eu fiquei consciente de que muita gente passa por coisa pior e continuam juntos. Hoje eu respondo que não, com um sorriso no rosto. Eu tô melhor, sem pressões, sem precisar pedir pras pessoas serem melhores, porque as pessoas que estão ao meu redor já são melhores do que a minha opinião. Eu finalmente sou a que ouve e não a que fala. Tenho certeza de que o "menino que morava na minha casa" deve estar melhor também. Assim dizem as evidências que tenho guardadas, assim dizem as pessoas, assim dizem as atitudes dele. Confesso, com lagrimas nos olhos, que eu esperei uma volta, mas não dele, esperei o homem que ele deveria ser. Não esperei que voltasse por mim, porque sei que ele não faria isso, mas pelo Dudu. Me dá um asco em pensar que uma pessoa prefere os caprichos da própria vida do que mudar pra garantir um futuro saudável pra um filho e uma vida digna pra si próprio. Eu não entendo como uma pessoa consegue segurar um bebê nos braços e não saber sobre a responsabilidade de ficar 18 anos (pelo menos) aturando vergonhas, decepções, deixando de lado coisas que gosta pra dar tudo pra um filho. Sinto pena de pessoas que não dão valor à família que constrói. Eu não aguentei ser agredida e ofendida até agora, mas aguentaria um perdão misericordioso. Digo isso hoje, porque ficou na minha cabeça o que minha amiga me disse: "Depois que eu e o meu marido passamos pelo que você passou, ficamos juntos. Mas estamos juntos pelo nosso filho e não porque nos amamos. O amor ficou nas lembranças boas, as coisas boas que temos hoje são consequências de ser uma família".
Por isso eu tô aqui, cuidando da minha família, com meu filho dormindo como um anjo do meu lado, depois de ter dado mil gargalhadas jogando bola com os sobrinhos do meu "príncipe encantado, que precisa me trazer de volta à meia noite pra não perder o meu encanto de Cinderella".
Poderia ter feito o mesmo. Poderia ter largado tudo e vivido a vida que tinha antes. Poderia deixar minha casa toda bagunçada, sem uma rotina e sem comida na geladeira. Poderia deixar meu filho pra ser criado pelos meus pais e trabalhar pra fazer festas. Poderia, mas ainda tenho orgulho de dizer que sou mãe de família! Algo valioso que se quebra, a gente não joga fora, a gente conserta. Tô juntando os cacos.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Onde anda meu peso
Emagreci 4 kg e parece que engordei, não me acho bonita hoje e preciso sair de qualquer forma. Hoje tô me sentindo mal, deve ser porque minha casa tá vazia de novo. Tenho vontade de chorar, aí lembro que ninguém quer me deixar sozinha. Queria poder transferir vidas e ver o cara de agora vivendo a vida de outro cara há um mês. Tudo seria diferente, tudo seria mais maduro e consciente. Não quero esperar demais, quero minha vida agora.
Por que fizeram eu viver uma vida que eu não queria, me dando esperanças que receberia algo em troca um dia? Não recebi nada além de ingratidão por tudo que eu fiz.
Dudu acordou hoje me chamando pra trocar a fralda dele e me deu um beijo. A unica coisa boa que aconteceu durante esse tempo foi ele. Nem quero pensar em saber que ele vai estar em mãos encardidas daqui uns meses.
Tenho só mais alguns dias de férias, preciso aproveitar - dia 27 começo minha carreira. Mas como?
Por que fizeram eu viver uma vida que eu não queria, me dando esperanças que receberia algo em troca um dia? Não recebi nada além de ingratidão por tudo que eu fiz.
Dudu acordou hoje me chamando pra trocar a fralda dele e me deu um beijo. A unica coisa boa que aconteceu durante esse tempo foi ele. Nem quero pensar em saber que ele vai estar em mãos encardidas daqui uns meses.
Tenho só mais alguns dias de férias, preciso aproveitar - dia 27 começo minha carreira. Mas como?
Madrugada das mulheres
Cheguei a conclusão que enlouqueci quando peguei o celular da minha amiga, enquanto ela conversava no meu Facebook e enviei uma mensagem pra ele. Não sei o por que. Citei umas dez vezes o nome dele, pensei doze. Ele é atrativo demais pra mim e eu, muito vulnerável. É a velha história do mundo girar ao meu redor, ela volta quando eu menos espero, com um cara legal de bandeja querendo algo comigo, se interessando por mim e me achando interessante, mesmo no momento mais estranho da minha vida. Sempre foi assim e muitas vezes deixei passar por medo de ser cedo demais, acho que dessa vez vai ser diferente por ter mais maturidade no meio.
Comi um pedaço da minha torta de bolacha e ela ficou demais! Desde a separação, eu não fazia coisas assim e tinha estoque de doces na minha prateleira, resolvi tirar tudo pra fora e ligar a batedeira. A minha casa hoje estava agitada com crianças correndo pra lá e pra cá e eu esqueci um pouco dos problemas.
Ainda penso na mensagem que eu enviei, esperei uma resposta, mas lembrei que ele trabalhou o dia todo e deve estar cansado. Sim, ele trabalha! Ele é responsável! E adora o Dudu.
Ganhei na loteria.
- Hoje o dia é?
- Bom. hahaha
Chuva, barro, formatação e torta de bolacha
Dudu conseguiu a proeza de estragar o sistema operacional do meu notebook. Tive que mendigar o meu próprio cd de instalação do meu próprio notebook e junto com ele, veio mais ingratidão embalada em uma sacola de mercado, com coisas que o Dudu já tem, graças à mãe dele. Não entendo qual a finalidade daquele indivíduo em fazer essas cenas ridículas que não tem explicação e colocar minhocas absurdas na cabeça do meu pai. Só o que eu penso hoje é "por que fui me envolver? por que não adivinhei que ele ia ser criança pra sempre?". Vejo exemplos de pais responsáveis que não são assim, pelo menos sei que o problema não é comigo, e nunca foi. Tô há horas conversando com uma amiga que veio ficar na minha casa hoje e ela passou por isso que eu passei. O marido dela fez o mesmo. Eles colocaram família acima de tudo. Eles ficaram juntos.
Posso dizer que os últimos dois dias que passaram pareciam dez. E nesses dez dias, vivi muito. Resolvi me espantar um pouquinho mais comigo e mudei meu cabelo e no mesmo dia fiz trilha. Saí um pouco da lama e entrei no barro. Meu filho tá fazendo coisas novas e tenho vontade de tirar fotos, gravar, colocar online, mas prefiro a exclusividade de ser só entre a família.
Falando em exclusividade, conheci pessoas diferentes e valeu a pena. Não quero falar muito nisso, mas é algo que me atrai, alguém que é completamente atrativo. Percebi isso quando me vi falando o nome dele sem querer, ou pensando como seria minha vida daqui pra frente se ele estivesse nela, ou pensando que roupa usar quando sairmos juntos. Tô cheia de pensamentos e um encontro marcado.
Mais tarde quem sabe eu volto.
Posso dizer que os últimos dois dias que passaram pareciam dez. E nesses dez dias, vivi muito. Resolvi me espantar um pouquinho mais comigo e mudei meu cabelo e no mesmo dia fiz trilha. Saí um pouco da lama e entrei no barro. Meu filho tá fazendo coisas novas e tenho vontade de tirar fotos, gravar, colocar online, mas prefiro a exclusividade de ser só entre a família.
Falando em exclusividade, conheci pessoas diferentes e valeu a pena. Não quero falar muito nisso, mas é algo que me atrai, alguém que é completamente atrativo. Percebi isso quando me vi falando o nome dele sem querer, ou pensando como seria minha vida daqui pra frente se ele estivesse nela, ou pensando que roupa usar quando sairmos juntos. Tô cheia de pensamentos e um encontro marcado.
Mais tarde quem sabe eu volto.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
O encanto da Cinderella
A vida tá aí pra jogar as coisas na minha cara. E quando eu menos espero, ela me vem com surpresas, e nunca são desagradáveis. É como se eu me dissesse: "Acorda! Você tem tudo!"
E tenho mesmo!
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Dia de meia chuva
Acabei de voltar da rua e acabou de parar de chover. Parece que o céu sabe que na nossa vida só chove e resolveu contribuir bem na hora em que eu e o Dudu tínhamos que ir na farmácia e no mercado. Quem passa por mim e vê uma mãe tentando fazer de tudo pro seu filho não se molhar, carregando sacolas de fraldas, pomadas e remédios comprados com dinheiro contado (e ainda faltando), com cara de quem criou até hoje um filho sozinha não imagina que no ano passado isso não existia. Fui obrigada a trocar coisas minhas por coisas do meu filho pela desobrigação de quem deveria fazer isso. É um descaso horrível que tenho até vergonha de contar isso no blog, mas acontece. Há um tempo atrás o "suposto" pai do meu filho (que só é pai porque diz no DNA deles) foi meio obrigado a contribuir com as despesas da minha família, só porque alguém (provavelmente o advogado) mandou, e ao invés de contribuir com o que realmente necessitávamos, mandou coisas absurdas só pra dizer que ajudou. Já não bastava todo os problemas que ele mandou pra nossa vida depois de tudo que fez, mandou a ingratidão embalada junto com comida que o Dudu não precisava no momento (e ainda não precisa!). Eu pensei que era falta de comunicação, já que é a unica coisa que não existe entre a gente, depois de tudo que aconteceu (pelo menos isso!) e resolvi fazer uma listinha das coisas que o Dudu precisava pra ontem e mandei pra ele. Vesti a carapuça de leoa e fiz isso pelo meu filho. Eu sou teimosa e orgulhosa por natureza e sei que posso fazer o que for por ele, mas achei que dar o gostinho de "ser um pai responsável" fosse bom pra ele. Passaram dois dias e nada, é semana de festas na região e o dinheiro em cervejas e cigarro é mais importante que o meu filho bem alimentado e usando fraldas. Acabei confirmando tudo que eu pensava sobre ele. Era tudo fantasia, eram tudo aparências. Tantos homens querendo ser pais e um pai querendo ser criança. Nem me atrevo a chamar um indivíduo desse de pai, porque até hoje, tudo que ele fez foi ser irmão do próprio filho. Hoje tenho certeza que foi tudo premeditado. Parecia que faziam dias que ele estava treinando a mira de uma xícara na cabeça de um boneco com a minha foto e todo o discurso de depois: "vá na delegacia, vá!", como se fosse um favor que eu estivesse fazendo.
Ontem, depois de eu dizer que separação não é fácil, ainda mais quando se tem uma criança pra cuidar, me perguntaram: "E se ele viesse com mil perdões nas mãos agora?". Por que agora? Qual a necessidade de ver um filho (por mais que ele não entenda - e pra mim, ele acha que o pai dele foi trabalhar e daqui a pouco volta, como sempre foi) passar por tudo isso? Ver quem fez tudo por ele todo esse tempo lamentando em lágrimas e vendendo as próprias coisas pra ter dinheiro pra pagar dívidas? Puro capricho? Na minha vida não tenho mais caprichos, tanto que pensei muito no que me perguntaram e achei que aguentaria muito mais tempo antes de tudo acabar. Há muito tempo eu havia ligado o "não ligo" e achei que conseguiria aguentar até uns tabefes pelo bem de uma família unida a vida toda. Eu estava sendo tradicional, como muitas mães que aguentaram traições, injúrias, brigas e decepções pelo bem dos filhos, mas depois de ter dado um basta, eu me sinto incapaz. Fui incapaz de aguentar coisas, mas não me atreveria a viver de aparências. Ainda espero viver em um casamento, e não vou me deixar abater por isso. Há homens lá fora, por mais que eu ache que todos são moleques que acham que filhos são bonecos que podem ser guardados quando se enjoa. Já passei por outros fins de relacionamento, por mim, tenho experiência suficiente pra seguir em frente. Vesti as dores do meu filho e o que me dói é tudo que ele está se submetendo. Só vou sossegar de verdade quando ele estiver na faculdade, até lá, continuo sendo um escudo.
Ontem, depois de eu dizer que separação não é fácil, ainda mais quando se tem uma criança pra cuidar, me perguntaram: "E se ele viesse com mil perdões nas mãos agora?". Por que agora? Qual a necessidade de ver um filho (por mais que ele não entenda - e pra mim, ele acha que o pai dele foi trabalhar e daqui a pouco volta, como sempre foi) passar por tudo isso? Ver quem fez tudo por ele todo esse tempo lamentando em lágrimas e vendendo as próprias coisas pra ter dinheiro pra pagar dívidas? Puro capricho? Na minha vida não tenho mais caprichos, tanto que pensei muito no que me perguntaram e achei que aguentaria muito mais tempo antes de tudo acabar. Há muito tempo eu havia ligado o "não ligo" e achei que conseguiria aguentar até uns tabefes pelo bem de uma família unida a vida toda. Eu estava sendo tradicional, como muitas mães que aguentaram traições, injúrias, brigas e decepções pelo bem dos filhos, mas depois de ter dado um basta, eu me sinto incapaz. Fui incapaz de aguentar coisas, mas não me atreveria a viver de aparências. Ainda espero viver em um casamento, e não vou me deixar abater por isso. Há homens lá fora, por mais que eu ache que todos são moleques que acham que filhos são bonecos que podem ser guardados quando se enjoa. Já passei por outros fins de relacionamento, por mim, tenho experiência suficiente pra seguir em frente. Vesti as dores do meu filho e o que me dói é tudo que ele está se submetendo. Só vou sossegar de verdade quando ele estiver na faculdade, até lá, continuo sendo um escudo.
Uma postagem nada convencional
Eu deveria dar o título que sempre dou pra esse post. Mas eu estou escrevendo ao som de "It Must Have Been Love" e isso não é nada convencional. Hoje intercalei um filme entre os meus seriados e o filme foi "Pretty Woman" pela minha necessidade inquietante em chorar com filmes bonitinhos ou tristes e essa musica estava inclusa na trilha sonora. Deletei minhas redes sociais, por isso não perco mais tempo nelas, deve ser por isso, inclusive que estou dando atenção ao blog. Tive que fazer isso por estar ficando obcecada, mas não pelas redes sociais, mas pela vontade tremenda de saber sobre tudo. Percebi isso quando me vi chorando no domingo por causa de respostas, por causa dos meus problemas. Não sei resolvê-los, não sei como lidar com nada disso e isso me preocupa. Eu realmente estou admitindo que não sei pra mim mesma e isso me deixa com muito medo. Quando temos um problema ou passamos por uma dificuldade a unica coisa que vem à cabeça é "eu não queria que nada disso estivesse acontecendo". É só isso que penso e eu tenho certeza que por mim, nada disso estaria acontecendo. Eu vivi muito tempo em um plural que não sei mais me virar no singular. Passei muito tempo esquecendo de mim e hoje não sei mais me mimar, chego a me assustar quando me olho no espelho com o cabelo feito, maquiagem no rosto, uma roupa agradável e um perfume. Eu estou me decepcionando com o presente e isso me frustra. Eu gostava das vezes em que dizia "há muito tempo não choro", hoje posso dizer que há muito tempo não dou gargalhadas e não valorizei isso. Preferi viver sem as gargalhadas e sem o choro, hoje tenho só o choro, as gargalhadas ficaram num passado distante, quando eu realmente vivia e não sobrevivia.
Fizeram um estrago muito grande em mim, na minha vida, me tiraram de mim e eu não sei mais me encontrar. Se alguém me achar, por favor, me devolva.
Fizeram um estrago muito grande em mim, na minha vida, me tiraram de mim e eu não sei mais me encontrar. Se alguém me achar, por favor, me devolva.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Só pra matar a sede #45
Preciso me atualizar, preciso atualizar o blog e a minha vida.
Não quero falar sobre isso agora. Penso no meu filho e choro.
Logo eu volto.
Não quero falar sobre isso agora. Penso no meu filho e choro.
Logo eu volto.
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