Trecho de Lua Nova, de Stephenie Meyer.
Ando me rendendo ao sentimento e nem sei mais se sofro ou sigo em frente. Tenho vontade de me jogar em frente aos carros, lembrando das cenas do filme baseado no livro que li, "Lua Nova". Sinto que encontro ele no perigo. Não é bobeira sentimental, é algo que me fascina. Faço minhas, as palavra de Bella, no livro:
"Mesmo eu lutando pra não pensar nele, eu não lutava pra esquecê-lo. Eu tive medo que – tarde da noite, quando a exaustão pela falta de sono quebrasse minhas defesas - eu acabasse me dando por vencida. Eu tive medo que minha mente fosse como uma peneira, e que algum dia eu não lembrasse mais a cor exata dos seus olhos, a sensação do toque da pele fria ou da textura da voz dele. Eu podia não pensar nisso, mas eu precisava me lembrar disso. Porque só havia uma coisa na qual eu precisava acreditar pra ser capaz de viver - eu precisava saber que ele existia. Isso era tudo. Tudo mais podia ser suportado. Contanto que ele existisse."
Dói saber que ele existe, sim, apesar de ser só uma vaga lembrança.
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