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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Nojo, repulsa, asco, que susto!

Fui levar o Dudu pra andar de motoca, é a primeira vez que saio com ele andando nela e tô tão realizada. Quando tava voltando comecei a pensar em tudo que ele poderia estar compartilhando com um pai e não faz isso porque ele simplesmente abandonou ele. Enfim, vou direto contar a besteira que eu ia fazer: Ligar e pedir pra conversarmos sobre o Dudu. Cheguei em casa e fiquei sentada uns 15 minutos na porta, pensando se eu deveria mesmo e como faria isso. Tenho até algumas fotos que tirei do dudu na hora que eu tava sentada lá. Peguei meu notebook, liguei, como se tudo estivesse em câmera lenta, como se eu estivesse tendo a oportunidade de pensar. Abri meu Facebook e num passe de mágica uma maçã caiu com força na minha cabeça e eu descobri teorias. Chego a ficar assustada em contar o que aconteceu: A vagabunda da mãe dele e a aprendiz de vagabunda da irmã me perturbaram no Facebook e fez eu mudar logo de ideia. Não sei se agora eu agradeço a falta do que fazer (porque vivem numa casa que mais parece um chiqueiro) ou se taco fogo na casa delas de uma vez. 
Como eu queria tacar fogo.
Mas no momento eu só posso agradecer por elas serem infelizes e me fizeram entender que EU CONSIGO SOZINHA. Só preciso de uma ajudinha do destino de vez em quando. Percebi que só sobrevivo a isso quando pegam no meu pé e me deixam cheia de nojo e raiva. Se não, eu estaria nesse momento ligando pra um ex descompromissado e me fazendo de boba.
Andri Daudt - se sentindo aliviada.

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