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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Chuva, barro, formatação e torta de bolacha

Dudu conseguiu a proeza de estragar o sistema operacional do meu notebook. Tive que mendigar o meu próprio cd de instalação do meu próprio notebook e junto com ele, veio mais ingratidão embalada em uma sacola de mercado, com coisas que o Dudu já tem, graças à mãe dele. Não entendo qual a finalidade daquele indivíduo em fazer essas cenas ridículas que não tem explicação e colocar minhocas absurdas na cabeça do meu pai. Só o que eu penso hoje é "por que fui me envolver? por que não adivinhei que ele ia ser criança pra sempre?". Vejo exemplos de pais responsáveis que não são assim, pelo menos sei que o problema não é comigo, e nunca foi. Tô há horas conversando com uma amiga que veio ficar na minha casa hoje e ela passou por isso que eu passei. O marido dela fez o mesmo. Eles colocaram família acima de tudo. Eles ficaram juntos.
Posso dizer que os últimos dois dias que passaram pareciam dez. E nesses dez dias, vivi muito. Resolvi me espantar um pouquinho mais comigo e mudei meu cabelo e no mesmo dia fiz trilha. Saí um pouco da lama e entrei no barro. Meu filho tá fazendo coisas novas e tenho vontade de tirar fotos, gravar, colocar online, mas prefiro a exclusividade de ser só entre a família.
Falando em exclusividade, conheci pessoas diferentes e valeu a pena. Não quero falar muito nisso, mas é algo que me atrai, alguém que é completamente atrativo. Percebi isso quando me vi falando o nome dele sem querer, ou pensando como seria minha vida daqui pra frente se ele estivesse nela, ou pensando que roupa usar quando sairmos juntos. Tô cheia de pensamentos e um encontro marcado.
Mais tarde quem sabe eu volto.

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