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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Sobre amor e suas idiotices.

Tô tão cansada. E não é desse monte de solicitação de amizade pipocando no meu Facebook. Tô cansada desse turbilhão de sentimentos. Nunca algo que me jogaram na cara martelou tanto na minha cabeça quanto a prensa que me fizeram contra a parede me pedindo:
- E aí, andri, quais você ama?
Eu fui sincera e disse:
- Quer saber? Eu amo quem eu quiser. Porque não posso amar o quanto quiser?
Eu sigo a filosofia de um cara que sigo a um tempo no Ask, que fala muito bem sobre o amor.
Eu tenho amor até por uma pulseira, que carrego unicamente comigo todos os dias e não tiro nem pra dormir - que inclusive está aqui comigo agora - porque ela tem um sentido na minha vida. Amor é algo que não precisa necessariamente ser depositado em uma pessoa, mas transbordar esse sentimento e doar a quem quiser, seja recíproco ou não. Aí está. Amor eu distribuo. Reciprocidade eu mantenho retribuída. Há muito tempo não sei o que é sentir algo por alguém e esse alguém sentir o mesmo que eu. Nem ódio, porque odeio pessoas e elas não me odeiam.
Ficou um vazio.
Eu já amei com tanta força que suportei o fato de não ser recíproco (quem nunca?), mas nada dói mais do que não acreditarem.

Meu bem, nunca fui singular. Meus sentimentos tem plural. Eu posso amar muitas pessoas, mas cada uma tem seu jeitinho de ser amada. Você, eu amei acima de todas elas, mas como não recebi nada em troca, só virou mais um no amor coletivo.

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