Uma breve história sobre a minha vida REAL:
Minha infância foi como de todas as outras crianças. Fui muito mimada pelos meus pais, graças aos “bons ventos” que pairavam naquela época. Nunca me aproveitei muito disso, se meus pais faziam isso era por amor e vontade de me ver feliz. Hoje poderia ser uma patricinha fútil, mas nunca precisei ser isso. Nos mudávamos bastante, e mudei varias vezes de escola, então nunca consegui firmar uma amizade sólida com alguém, porque logo me distanciava. Estudei em escolas particulares, estaduais e municipais, então fiz amizade com todo tipo de classe social, incluindo pessoas que não são tão “aceitas” na sociedade. Nunca dei muito valor à isso, e com muito orgulho, eu nunca tive preconceito de ter amigos que algum dia fizeram algo ruim na vida, como por exemplo, usarem drogas. Sempre tive consciência do que fiz, então não me importava com a vida alheia. Meus pais, como os de todo mundo quiseram sempre me dar a melhor educação, me deixando longe de qualquer tipo de coisa ruim e por muito tempo me senti presa em minha própria casa, que me fez ter depressão aos 16 anos. Como toda adolescente, eu me revoltei com a vida muitas vezes, e com o gênio forte que tenho, tentei muitas vezes provar pras pessoas que tudo era diferente do que elas pensavam. Minha adolescência foi como a de todos os outros adolescentes, vivi, sorri, chorei, me apaixonei, descobri coisas, caí, levantei. É a fase que todo mundo quer aprender com a vida, ver novos mundos, conhecer coisas, provar a aventura de estar entrando no mundo da independência, no meu caso, emancipada. Por conta da minha certa “bipolaridade” tentei prejudicar a mim mesma (graças a Deus a mim mesma) e fui pro hospital algumas vezes por bobagem, mas como todas as outras pessoas com depressão. Fiquei muito tempo sem sair, sem festas, sem amigos, e quando vi o quanto isso era bom e o quanto eu não tinha aproveitado, eu aproveitei da melhor maneira possível, me diverti da melhor maneira possível, conheci e desconheci pessoas, lugares, coisas... não tenho do que reclamar da minha adolescência. Eu realmente aproveitei ela. Hoje eu continuo aproveitando, eu ainda me acho um tanto adolescente, mesmo com as responsabilidades que não tinha com 16 anos. Agora eu tenho uma casa pra cuidar e um emprego pra me dedicar. Não existe idade pra parar, existe vontade. Não existe responsabilidade demais, existe saber medir trabalho, casa e diversão. Talvez eu vá continuar nessa mesma coisa de um dia conhecer alguém que faça eu mudar minha rotina, como algumas vezes aconteceu, mas enquanto isso eu vou continuar a mesma andri que eu sempre fui, mas mudando a ideologia a cada dia.
E agora a versão que algumas pessoas insignificantes acham que é:
Sempre fui na minha morô? Quando eu era criança eu não tava nem ai, eu queria era torrar a grana dos meus pais. Quando eu cresci eu queria era sair com as piores pessoas e usar as piores drogas, fui internada por causa disso e tenho DSTs que peguei na cadeia quando fui presa por agressão aos meus avós. Hoje em dia não faço nada da minha vida que não seja conhecer homens por dinheiro. Beijos
E me traga mais vodka e cigarros que acabou.
Oh wait, tem uma diferença aí..
Qual você acha que é a versão mais "legal" pra acreditar?
Pois é, e quem se ferra é a Andri.
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