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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Não precisa me lembrar,

não vou fugir de nada! Sinto muito se não fui feito um sonho seu. Mas sempre fica alguma coisa, alguma roupa pra buscar... Eu posso afastar a mesa quando você precisar. Eu não quero ver você passar a noite em claro, sinto muito se não fui seu mais raro amor. E quando o dia terminar, e quando o sol se inclinar, eu posso por uma toalha e te servir o jantar. Mentira se eu disser que não penso mais em você. E quantas páginas o amor já mereceu? Os filósofos não dizem nada que eu não possa dizer, quantos versos sobre nós eu já guardei... Deixa a luz daquela sala acesa e me peça pra voltar.

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