Em base de todo julgamento que vou receber eu digo a todos:
Passou o tempo e eu me desagarrei cada dia mais do que nos é imposto já quando nascemos, sem nem ter uma opinião formada pra saber se é esse mesmo o caminho que queremos seguir. Não estou dizendo fervorosamente que não sou cristã ou que sirvo "o outro lado", ao meu ver, quando não acreditamos no improvável, não acreditamos em mais nada que não seja real, comprovado, teoricamente mostrado ou físico. Minhas escolhas não dependem mais do julgamento de um ser celestial e fico feliz em me diferenciar por escolha própria. Tinha medo de ser vista dessa forma, temendo a "justiça divina" e isso faz parte de toda pessoa cristã, esse é o motivo de ter escondido isso muito tempo, o que não imagino ser certo.
Não tenho mais medo de nada. Nem de circunstâncias, nem dos meus pensamentos, nem de minhas consequências e pretendo viver minha vida da mesma forma, ou seja, não quer dizer que eu vá deixar de escolher sempre o que é bom pra mim, porque não preciso de regras pra saber o que é doce e o que é salgado, tenho a mente aberta a toda sabedoria que eu puder agregar à minha vida. "Mais importante que ter uma religião, é encontrar a religiosidade dentro de si mesmo. Encontrar o sagrado, pode ser apenas e tão somente uma questão de praticar a paz, não apenas dentro de nós, mas principalmente fora de nós. Assim tornamos o nosso mundo o próprio paraíso na Terra."
Estou me sujeitando a um certo preconceito, porque nada no mundo hoje em dia é aprovado quando não está "aos olhos de Deus", mas digo que se querem me fazer ser cristã, os faço pensar em suas ideologias, e elas costumam ser maiores que os seus julgamentos.
Assim como eu respeito a todos e aceito cada crítica como construtiva, peço que respeitem a minha posição.
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Só pra matar a sede #43
Me vi obrigada a escrever no blog. Há dias ando tendo uma epifania familiar, que de algum modo, justamente agora, veio muita coisa que passei à tona.
Tive umas discussões leves (ao meu visto) com minha família - se é por assim dizer, porque considero mais como as pessoas que me criaram, ou tentaram me criar ao modo delas - e tentei mostrar à elas alguns pontos que hoje em dia, como mãe, vejo mais claramente.
Minha adolescência, como já citei aqui mesmo no blog, foi cheia de divergências. Fui trancada sem sucesso em um mundo que queriam que eu entrasse sozinha. Fui isolada de coisas que consegui conhecer. Fui trancafiada em um mundo paralelo que fingia estar, mas sem querer.
Aos meados dos 14 anos comecei a sair, me divertir, conhecer pessoas, gostos, coisas, lugares, formas, inclusive a tal vida social. Nessa época ainda não entendia a capacidade da minha inteligência, mas via tudo acima, em um contexto de obviedade, em que "se é dessa forma, é porque é e pronto, não há poréns", não por ser teimosa (meu ponto forte - e fraco algumas vezes) mas por ser óbvio. Toda menina de 14-15 anos quer saber o que é se divertir, já dizia Cyndi Lauper, mas no momento em que viram que eu poderia saber, me impuseram uma depressão que não tinha, que me fazia ficar isolada, coberta com anti-depressivos fortes que serviam para o artifício "você não pode sair, usa remédios fortes controlados", "não ingira bebidas alcoólicas, pode te dar um infarto". É, de veras, uma ótima forma de controlar uma filha adolescente que quer sair e conhecer o mundo ao redor. Sem pudor, minha subconsciência me dizia pra não sucumbir a isso e me negava a fazer qualquer tratamento, fazendo com que meu organismo sentisse falta de remédios controlados e caísse de verdade em uma depressão, mudando meu humor de "adolescente normal e resmungona" para "adolescente com bipolaridade". A armadilha estava feita. Passei essa fase tentando me enturmar com as pessoas, apesar da imagem de "controlada por remédios faixa preta", conheci gente que nunca pensei que conheceria e que, sem eu saber, fizeram diferença hoje em dia em meu senso de responsabilidade e solidariedade. Nunca distingui classe social, aparência, lugares que frequentavam, se moravam com os pais, tios, avós ou qualquer outra coisa e nunca deixei que nada me impedisse que eu fosse amiga de todo mundo, sem exceções (algo que levo comigo até hoje), mas minha família fazia questão de me colocar em um status social que eu não me importava em estar. Eram muitas reclamações, muita frustração em querer controlar uma pessoa que não precisava de controle algum. Muitas vezes fui taxada de "rebelde" por bater o pé no que achava certo ou até irrelevante, tive muitas discussões desnecessárias que nem hoje em dia me ouviriam. Um fato que hoje em dia vejo com olhos de mãe e me sinto moralmente atingida, eram as vezes em que usavam de chantagens absurdas em que diziam que se eu saísse de casa certos dias depois de um certo horário (até se fosse na casa de amigos que moravam no mesmo bairro que o meu), não poderia mais voltar. Eu realmente não voltava. Viam isso como "fugir de casa", eu via como "seguindo uma regra ridícula e sem fundamento, mas seguindo". Muitas vezes eu não queria mais voltar mesmo, tive que dormir na casa de amigos e na rua, mas levava comigo o "se sair, não volte mais" à risca. Não entendo até hoje esse tipo de diálogo nem tampouco as situações em que me colocavam, entendo só que realmente não conhecia a capacidade da minha inteligência. Hoje, como mãe, vejo que tudo que eu precisava era de confiança, que aos poucos, depositaram em mim, mas que se tivesse sido imposta a tempos atrás, eu não precisaria ter passado por constrangimentos que tenho até hoje em falar desse assunto.
E pelas minhas irmãs que supostamente tentaram me mostrar que certas pessoas não agregariam nada à minha vida, me sinto envergonhada por elas. Como disse em meu Twitter: elas não gostavam de quando eu "andava" com pessoas de classe social baixa, mas nunca fizeram nada pra mudar isso. Nunca me disseram "em vez de você sair com essas pessoas hoje, vamos sair com uns amigos meus", "vem conosco, vamos te mostrar um lugar legal pra sair nos fins de semana", "quero te apresentar um amigo meu, você vai se interessar nele". Se duvidas, aceitaria na época, coisa que não faria hoje em dia.
Aconselhar não são só palavras, é mostrar o rumo das coisas. E mostrar o rumo não é impor, é dar chances pra conhecer coisas além do próprio mundo. Fico feliz em ver que hoje em dia eu estou excluída completamente dessa parte da minha família e não tenho contato direto. Salvo as vezes em que me apareço como a menina casada, que tem uma casa e um filho pra cuidar, mas vejo como uma criança sem sucesso, mas é algo que tento evitar. Muitas vezes tentei me aproximar como a mulher que sou, mas fazem questão de me colocar na ordem de criança, infantil, fraca, ingênua, inocente e inexperiente - o adjetivo mais desnecessário que podem me dirigir, depois de tanta experiência que tive em tão pouco tempo. Dessa parte, sou sempre a última a saber dos fatos, a última a ser convidada a participar de uma reunião em família, a última a recorrer quando se precisa de ajuda. Me sinto desconfortável, insignificante e justamente por isso me afasto e paro de tentar. Confesso que carrego um pouco de amargo por todos esses caminhos espinhentos que andei, mas é assim que se aprende, é com o coração remendado que se da valor a um inteiro.
Hoje em dia eu tenho uma família de verdade, em que não preciso ficar com vontade de não voltar pra casa, hoje em dia não sinto remorso por ver minhas amigas conhecendo pessoas e eu não, hoje eu tenho valorização pelo que eu sou, E COMO SOU!
Portanto, quando ouvirem eu falar sobre família, vou encher meus olhos de lágrimas e dizer a plenos pulmões quem ela é: meu marido, meu filho e eu.
Tive umas discussões leves (ao meu visto) com minha família - se é por assim dizer, porque considero mais como as pessoas que me criaram, ou tentaram me criar ao modo delas - e tentei mostrar à elas alguns pontos que hoje em dia, como mãe, vejo mais claramente.
Minha adolescência, como já citei aqui mesmo no blog, foi cheia de divergências. Fui trancada sem sucesso em um mundo que queriam que eu entrasse sozinha. Fui isolada de coisas que consegui conhecer. Fui trancafiada em um mundo paralelo que fingia estar, mas sem querer.
Aos meados dos 14 anos comecei a sair, me divertir, conhecer pessoas, gostos, coisas, lugares, formas, inclusive a tal vida social. Nessa época ainda não entendia a capacidade da minha inteligência, mas via tudo acima, em um contexto de obviedade, em que "se é dessa forma, é porque é e pronto, não há poréns", não por ser teimosa (meu ponto forte - e fraco algumas vezes) mas por ser óbvio. Toda menina de 14-15 anos quer saber o que é se divertir, já dizia Cyndi Lauper, mas no momento em que viram que eu poderia saber, me impuseram uma depressão que não tinha, que me fazia ficar isolada, coberta com anti-depressivos fortes que serviam para o artifício "você não pode sair, usa remédios fortes controlados", "não ingira bebidas alcoólicas, pode te dar um infarto". É, de veras, uma ótima forma de controlar uma filha adolescente que quer sair e conhecer o mundo ao redor. Sem pudor, minha subconsciência me dizia pra não sucumbir a isso e me negava a fazer qualquer tratamento, fazendo com que meu organismo sentisse falta de remédios controlados e caísse de verdade em uma depressão, mudando meu humor de "adolescente normal e resmungona" para "adolescente com bipolaridade". A armadilha estava feita. Passei essa fase tentando me enturmar com as pessoas, apesar da imagem de "controlada por remédios faixa preta", conheci gente que nunca pensei que conheceria e que, sem eu saber, fizeram diferença hoje em dia em meu senso de responsabilidade e solidariedade. Nunca distingui classe social, aparência, lugares que frequentavam, se moravam com os pais, tios, avós ou qualquer outra coisa e nunca deixei que nada me impedisse que eu fosse amiga de todo mundo, sem exceções (algo que levo comigo até hoje), mas minha família fazia questão de me colocar em um status social que eu não me importava em estar. Eram muitas reclamações, muita frustração em querer controlar uma pessoa que não precisava de controle algum. Muitas vezes fui taxada de "rebelde" por bater o pé no que achava certo ou até irrelevante, tive muitas discussões desnecessárias que nem hoje em dia me ouviriam. Um fato que hoje em dia vejo com olhos de mãe e me sinto moralmente atingida, eram as vezes em que usavam de chantagens absurdas em que diziam que se eu saísse de casa certos dias depois de um certo horário (até se fosse na casa de amigos que moravam no mesmo bairro que o meu), não poderia mais voltar. Eu realmente não voltava. Viam isso como "fugir de casa", eu via como "seguindo uma regra ridícula e sem fundamento, mas seguindo". Muitas vezes eu não queria mais voltar mesmo, tive que dormir na casa de amigos e na rua, mas levava comigo o "se sair, não volte mais" à risca. Não entendo até hoje esse tipo de diálogo nem tampouco as situações em que me colocavam, entendo só que realmente não conhecia a capacidade da minha inteligência. Hoje, como mãe, vejo que tudo que eu precisava era de confiança, que aos poucos, depositaram em mim, mas que se tivesse sido imposta a tempos atrás, eu não precisaria ter passado por constrangimentos que tenho até hoje em falar desse assunto.
E pelas minhas irmãs que supostamente tentaram me mostrar que certas pessoas não agregariam nada à minha vida, me sinto envergonhada por elas. Como disse em meu Twitter: elas não gostavam de quando eu "andava" com pessoas de classe social baixa, mas nunca fizeram nada pra mudar isso. Nunca me disseram "em vez de você sair com essas pessoas hoje, vamos sair com uns amigos meus", "vem conosco, vamos te mostrar um lugar legal pra sair nos fins de semana", "quero te apresentar um amigo meu, você vai se interessar nele". Se duvidas, aceitaria na época, coisa que não faria hoje em dia.
Aconselhar não são só palavras, é mostrar o rumo das coisas. E mostrar o rumo não é impor, é dar chances pra conhecer coisas além do próprio mundo. Fico feliz em ver que hoje em dia eu estou excluída completamente dessa parte da minha família e não tenho contato direto. Salvo as vezes em que me apareço como a menina casada, que tem uma casa e um filho pra cuidar, mas vejo como uma criança sem sucesso, mas é algo que tento evitar. Muitas vezes tentei me aproximar como a mulher que sou, mas fazem questão de me colocar na ordem de criança, infantil, fraca, ingênua, inocente e inexperiente - o adjetivo mais desnecessário que podem me dirigir, depois de tanta experiência que tive em tão pouco tempo. Dessa parte, sou sempre a última a saber dos fatos, a última a ser convidada a participar de uma reunião em família, a última a recorrer quando se precisa de ajuda. Me sinto desconfortável, insignificante e justamente por isso me afasto e paro de tentar. Confesso que carrego um pouco de amargo por todos esses caminhos espinhentos que andei, mas é assim que se aprende, é com o coração remendado que se da valor a um inteiro.
Hoje em dia eu tenho uma família de verdade, em que não preciso ficar com vontade de não voltar pra casa, hoje em dia não sinto remorso por ver minhas amigas conhecendo pessoas e eu não, hoje eu tenho valorização pelo que eu sou, E COMO SOU!
Portanto, quando ouvirem eu falar sobre família, vou encher meus olhos de lágrimas e dizer a plenos pulmões quem ela é: meu marido, meu filho e eu.
sábado, 17 de agosto de 2013
Só pra matar a sede #42
Incrível a minha necessidade de olhar pra trás pra ter certeza que hoje eu me sinto bem melhor. Gosto de ficar horas lendo e relendo as coisas que eu escrevia aqui no blog e ver o quanto eu era sozinha e sem um destino pra ver o tamanho do valor que tenho que colocar na minha vida. Eu sempre fui feliz, sempre me adequei a qualquer terreno, sempre me adaptei a qualquer estação e cada ano da minha vida foi melhor até hoje, como se eu nunca precisasse sentir falta de nada, e como se eu soubesse que o futuro ia ser sempre cada vez melhor. Muita gente vive nesse isolamento de sempre sentir falta, por mais que tenha tudo, sempre vai faltar alguma coisa. Pessoas pessimistas não devem aproveitar muito a vida, eu acho. Pessoas negativas nunca veem o lado bom das coisas.
Normalmente, quando vejo tudo que passei, relatado nas minhas redes sociais e no blog, eu me sinto uma mãe vendo a filha crescer. Eu sou a própria mãe da minha adolescente interior, que cada dia tem uma ideia diferente e cada dia surpreende mais. E isso as vezes me assusta.
Vendo pelo meu lado: qualquer dia que eu vivi no meu passado, eu era menos feliz do que sou hoje. Além de achar que eu era mais ignorante também, porque me acho completamente bobinha em tudo que eu fazia. A parte que me assusta é que a "mãe do presente" que tenho nunca vai se sentir satisfeita e orgulhosa da "filha do passado", como se eu nunca estivesse satisfeita, mas não com o presente, como muitas pessoas pessimistas, mas com o passado. A parte ruim de ter um dia melhor que o outro é que você nunca vai se agarrar ao passado, e é como se eu mesma me achasse ridícula quando vejo o "filme" da minha vida. É engraçado, se parar pra analisar, que cada dia eu fico mais rabugenta e enjoada com as minhas atitudes e cada vez vou tentar ser mais madura. Ser madura: é o que eu tento ser cada dia mais, que é o estopim pra ser cada dia mais rabugenta.
O que me assusta é passar a vida inteira assim, mas aí eu penso que terá um dia em que meu amadurecimento chegará ao limite e a "mãe do presente" será a mesma que a "filha do passado" e eu vou acabar sendo a mesma todos os dias, acabarão minhas descobertas de "novas andris". Talvez seja o tal Retorno de Saturno que tanto falam. Ou talvez eu já esteja entrando nesse ciclo e ainda não me dei conta.
Vai saber.
Boa noite!
Normalmente, quando vejo tudo que passei, relatado nas minhas redes sociais e no blog, eu me sinto uma mãe vendo a filha crescer. Eu sou a própria mãe da minha adolescente interior, que cada dia tem uma ideia diferente e cada dia surpreende mais. E isso as vezes me assusta.
Vendo pelo meu lado: qualquer dia que eu vivi no meu passado, eu era menos feliz do que sou hoje. Além de achar que eu era mais ignorante também, porque me acho completamente bobinha em tudo que eu fazia. A parte que me assusta é que a "mãe do presente" que tenho nunca vai se sentir satisfeita e orgulhosa da "filha do passado", como se eu nunca estivesse satisfeita, mas não com o presente, como muitas pessoas pessimistas, mas com o passado. A parte ruim de ter um dia melhor que o outro é que você nunca vai se agarrar ao passado, e é como se eu mesma me achasse ridícula quando vejo o "filme" da minha vida. É engraçado, se parar pra analisar, que cada dia eu fico mais rabugenta e enjoada com as minhas atitudes e cada vez vou tentar ser mais madura. Ser madura: é o que eu tento ser cada dia mais, que é o estopim pra ser cada dia mais rabugenta.
O que me assusta é passar a vida inteira assim, mas aí eu penso que terá um dia em que meu amadurecimento chegará ao limite e a "mãe do presente" será a mesma que a "filha do passado" e eu vou acabar sendo a mesma todos os dias, acabarão minhas descobertas de "novas andris". Talvez seja o tal Retorno de Saturno que tanto falam. Ou talvez eu já esteja entrando nesse ciclo e ainda não me dei conta.
Vai saber.
Boa noite!
terça-feira, 13 de agosto de 2013
[DICA] O filho não dorme a noite?
Todo mundo me pede como fiz pro Dudu ter sempre dormido a noite toda, mesmo quando era recém-nascido. Começo esse post dizendo que o Dudu é diferente das outras crianças, não adianta falarem que é igual ou que é a fase de ser bonzinho, ele é mesmo diferente, porque a criação dele é diferente. Eu nunca fui mãe convencional, daquelas cheias de regrinhas e nojosinhos. Nunca precisei desinfetar a mão, lavar as roupinhas com sabão especial, eu nem mesmo passo roupa aqui em casa. Nunca fui de super proteger meu filho, e isso fez ele ser forte e imune a muita bactéria. Pouquíssimas foram as vezes em que Dudu teve uma febre, inclusive, uma relatei no meu Instagram, e ele não tem medo de colocar a mão na terra ou em animais. Então, sabendo que ele tem uma educação mais "leve", já dá pra perceber que a educação que ele tem é livre, sem pressões e sem mimimis. Na hora de dormir é o mesmo, e junto essa liberdade dele com a rotina que tenho todos os dias ou até que eu precise ter. É necessário acostumar uma criança a assimilar algo ao sono, como por exemplo, saber que certa mamadeira é a que ele vai receber na hora de dormir.
A rotina do Dudu é simples: dormir sempre da mesma forma, mas nunca necessariamente no mesmo horário, depois de um tempo ele mesmo irá associar sua própria hora de dormir.
Quando um bebê nasce, ele automaticamente é acostumado com o colo da mãe e a dormir no colo da mesma. O Dudu quando nasceu, ficava a maior parte do seu tempo no berço, mesmo que fosse irresistível pegar ele no colo. Enquanto ele ia crescendo, eu ia tirando ele do berço gradativamente, pra associar que quando estivesse no berço, fosse a hora de dormir. Assim foi até ele ter consciência de que quando eu colocasse ele no berço, ele entenderia que seria o momento de dormir. Todas as noite eu fazia uma mamadeira e dava a ele, no berço e saía de perto. Caso ele chorasse, eu voltava lá e, sem dar uma palavra, acomodava ele no travesseiro e saía, assim ele foi entendendo que ele não precisava de mim para dormir e por mais que eu estivesse perto dele, não iria fazer nada além de acomodá-lo no berço. Depois de um tempo, Dudu entendeu que quando deitava ele no berço e dava a mamadeira a ele, era o horário de dormir e foi assim, até que começamos a dormir um pouco mais tarde aqui em casa e eu acabava estendendo o horário de levar ele pra cama. Eu percebi que, em certo horário, ele procurava o inseparável cobertor, se acomodava e dormia, mesmo sem a mamadeira, por estar acostumado com aquele horário que eu tinha estipulado. Sempre que preciso fazer ele dormir, por mais que seja cedo ou tarde, eu simplesmente faço os passos que ele estava acostumado a fazer e ele dorme, sem titubear. Mas como eu não tenho horário pra dormir, por causa do marido que chega tarde, eu deixo ele fazer isso a hora que quiser. Hoje em dia ele sabe pedir a mamadeira, que fica mais fácil... Deixo ele brincar até se cansar e dormir.
Então o segredo é simples: não ninar, não cantar, não fazer uma festa pro bebê dormir. Se precisar colocar ele no berço e ele chorar, mostre a sua presença e nada mais, porque muitas vezes é só medo de que a mãe "vá embora e não volte mais". Nunca esqueça de ter sempre um "sinal" pra mostrar que está na hora de dormir e depois de um tempo, ele mesmo vai fazer o horário. Eu sei que o colo é indispensável pra mostrar carinho e afeto ao filho, mas tem sempre a hora certa. Deixe que seu filho sinta o aconchego do berço também.
Beijinhos.
A rotina do Dudu é simples: dormir sempre da mesma forma, mas nunca necessariamente no mesmo horário, depois de um tempo ele mesmo irá associar sua própria hora de dormir.
Quando um bebê nasce, ele automaticamente é acostumado com o colo da mãe e a dormir no colo da mesma. O Dudu quando nasceu, ficava a maior parte do seu tempo no berço, mesmo que fosse irresistível pegar ele no colo. Enquanto ele ia crescendo, eu ia tirando ele do berço gradativamente, pra associar que quando estivesse no berço, fosse a hora de dormir. Assim foi até ele ter consciência de que quando eu colocasse ele no berço, ele entenderia que seria o momento de dormir. Todas as noite eu fazia uma mamadeira e dava a ele, no berço e saía de perto. Caso ele chorasse, eu voltava lá e, sem dar uma palavra, acomodava ele no travesseiro e saía, assim ele foi entendendo que ele não precisava de mim para dormir e por mais que eu estivesse perto dele, não iria fazer nada além de acomodá-lo no berço. Depois de um tempo, Dudu entendeu que quando deitava ele no berço e dava a mamadeira a ele, era o horário de dormir e foi assim, até que começamos a dormir um pouco mais tarde aqui em casa e eu acabava estendendo o horário de levar ele pra cama. Eu percebi que, em certo horário, ele procurava o inseparável cobertor, se acomodava e dormia, mesmo sem a mamadeira, por estar acostumado com aquele horário que eu tinha estipulado. Sempre que preciso fazer ele dormir, por mais que seja cedo ou tarde, eu simplesmente faço os passos que ele estava acostumado a fazer e ele dorme, sem titubear. Mas como eu não tenho horário pra dormir, por causa do marido que chega tarde, eu deixo ele fazer isso a hora que quiser. Hoje em dia ele sabe pedir a mamadeira, que fica mais fácil... Deixo ele brincar até se cansar e dormir.
Então o segredo é simples: não ninar, não cantar, não fazer uma festa pro bebê dormir. Se precisar colocar ele no berço e ele chorar, mostre a sua presença e nada mais, porque muitas vezes é só medo de que a mãe "vá embora e não volte mais". Nunca esqueça de ter sempre um "sinal" pra mostrar que está na hora de dormir e depois de um tempo, ele mesmo vai fazer o horário. Eu sei que o colo é indispensável pra mostrar carinho e afeto ao filho, mas tem sempre a hora certa. Deixe que seu filho sinta o aconchego do berço também.
Beijinhos.
Só pra matar a sede #41
Ganhei um tempinho a mais quando percebi que o Dudu gosta de assistir "Casos de família". Ele fica tão quietinho na frente da tv quando passa alguma coisa que ele gosta, que posso levantar do sofá e fazer a minha tão adorada faxina. Aliás, Dudu tem um gosto um tanto diferente das outras crianças na hora de assistir tv. Galinha pintadinha, Patati e Patatá, Pocoyo e outros desenhos assim ele não dá bola nenhuma, os desenhos que ele gosta são Sponge Bob e The Simpsons. Faço sempre questão de deixar no modo legendado, já pra influenciar o inglês dele. Ele adora assistir SBT, principalmente os comerciais que passam, algo diferente de mim, e o horário da tardinha é o horário em que ele mais presta atenção... Enfim, aproveito o máximo esse tempinho pra deixar em dia a casa, já faz parte da nossa rotina a "hora da tv".
E hoje é dia de deixar as panelas brilhando!
Bora pegar a esponja!
E hoje é dia de deixar as panelas brilhando!
Bora pegar a esponja!
Só pra matar a sede #40
Me vi, nesse momento em outro mundo, bem longe daqui, longe da minha realidade, e sinceramente, não gostei. A muito tempo meus pensamentos mudaram, tudo está completamente diferente como se eu realmente fosse outra pessoa, como se eu tivesse jogado fora minha personalidade e substituído ela por outra totalmente diferente. Antigamente eu conseguia "driblar" sentimentos, como toda pessoa madura. Mas eu, redondamente enganada, não estava sendo nada madura em deixar que isso fizesse alguma diferença na minha vida. Eu não consigo explicar a maneira em que os meus sentimentos evoluíram tanto em tão pouco tempo, até porque, se eu soubesse, saberia a chave pra esquecer um amor descompassado e ganharia milhões. Mas a primeira coisa que vem à minha cabeça quando falo em amor é FAMÍLIA. É amor de verdade, não de namoradinhos mandados pelos pais, é amor de marido e mulher, que não termina por qualquer besteira, nem pelas pessoas que tentaram nos separar. Estamos juntos apesar de tudo, passamos por cima de todas as adversidades. Isso é sentimento, algo que eu não tinha sentido antes. Nunca pensei que encontraria um homem de familia, um pai, um amigo, um marido tão perfeito como o Dionatan, eu nem sei se mereço. Olho pro meu passado todo desiludido e penso no quanto eu era uma menininha ingênua e bobinha e só sei rir de mim mesma por acreditar em "falsos felizes para sempre"! Acho (muuuito!) engraçado hoje em dia as coisas que vejo de vez em quando, principalmente no meu Ask, aquelas declarações estúpidas (que hoje em dia considero-as assim) de pessoas que provavelmente fizeram parte do meu passado, me magoaram e/ou estiveram comigo em um relacionamento e não deu certo tentando chamar minha atenção. As vezes fico frustrada de não terem seguido o mesmo caminho que o meu e tenham encontrado alguém legal, como eu encontrei e, as vezes, bate aquela satisfação. Será que pensam mesmo que fazem diferença na minha vida hoje em dia? Por que pararam tanto no tempo e ainda insistem em bater numa tecla que nem existe mais? Fico triste (e com o ego inflado ao mesmo tempo) quando vejo que ainda tem pessoas que lembram de mim, hahaha.
Essa é só uma parte de meus sentimentos passados que ainda "rondam" a minha vida. Antigamente eu fazia de tudo pra ter isso, queria ter até a satisfação da amizade, hoje em dia eu quero apagar as "declarações de amor", desligar o computador e ir cuidar da minha casa.
Sim, eu amo cuidar da minha casa!
Vou dormir. ♥
Essa é só uma parte de meus sentimentos passados que ainda "rondam" a minha vida. Antigamente eu fazia de tudo pra ter isso, queria ter até a satisfação da amizade, hoje em dia eu quero apagar as "declarações de amor", desligar o computador e ir cuidar da minha casa.
Sim, eu amo cuidar da minha casa!
Vou dormir. ♥
domingo, 11 de agosto de 2013
[DICA] Ter cabelos bonitos com pouco tempo e com pouco dinheiro
Isso mesmo, vou começar essa mania aqui no blog agora. Tenho muita dica legal que posso compartilhar com todo mundo, e vou colocar essas dicas pra todos aqui. Vamos começar com essa: ter um cabelo impecável sem ter tempo de ficar indo no salão toda semana (meu caso) ou comprando produtos caros (meu outro caso). Com filho e uma casa pra cuidar, meu tempo pra lavar o cabelo e cuidar dele é restrito às sonecas do Dudu e levar o filho no salão não dá muito certo.
Como todos que me conhecem sabem, eu não sou nada vaidosa. Sou normal. Gosto de cremes, perfumes e cuidar do cabelo. Maquiagem não é comigo, odeio, nem sei fazer. Uso porque tenho que usar. Eu coloco tudo no automático, na rotina. E como sabem, eu AMO rotina. Tenho um tempo pra usar meus cremes, pra me arrumar, tenho um tempo pra ficar desleixada, tudo na sua ordem.
Então, pra começar, uma coisa que muita gente não sabe: cabelo com muita química estraga. Usar a chapinha todo dia estraga, pintar muito estraga. Por isso que cabelo virgem é sempre bonito. Então a primeira dica é: Deixe seu cabelo respirar! Pare com a química! Tudo bem que seu cabelo tá seco e ele só fica bonito com chapinha. Tudo bem que você não gosta da cor dele, ou que não gosta de cachos. Mas tente a partir de agora parar de fazer qualquer coisa além das dicas que vou dar aqui. Cabelo natural é bonito e muito mais saudável e seu cabelo acostuma a ficar sempre com chapinha, por exemplo.
Vamos começar pelo inicio: na hora de lavar. Antes de entrar no chuveiro, crie o hábito de pentear os cabelos antes, assim, a água vai bater em todos os fios, sem esquecer daquele pedacinho maçarocado no meio. A água do chuveiro pode sim estar quente, e até melhor, porque o calor abre as cutículas pro produto agir melhor, mas cuidado pra não deixar a água quente bater muito no rosto, porque pra envelhecer a pele é um pulo!
Certifique-se de deixar todo o cabelo molhado antes de colocar o shampoo, sem esquecer nenhuma parte. O shampoo não precisa ser caro. Eu uso o Monange, que é um dos mais baratos do mercado. Claro que se você usar um shampoo mais caro, vai fazer um efeito melhor, mas só se usar a linha completa e todo aquela "burocracia". Aí vai o segredo do shampoo: use duas vezes! Assim como diz na embalagem da maioria, deve ser usado sim, duas vezes. A primeira, para tirar os resíduos e limpar. A segunda vez, pra hidratar e selar a limpeza.
Uma coisa importante, tanto no shampoo e no condicionador, é nunca esfregar como se estivesse lavando uma roupa. O shampoo deve ser distribuído no cabelo e não esfregado. Pronto, a primeira etapa é essa. Muita gente para por aí, mas é indispensável depois de lavar com o shampoo, usar o condicionador. Eu uso um barato também, da mesma marca do shampoo.
Na hora do condicionador é necessário começar aplicando o produto nas pontas e deixando pouco para a raiz, principalmente se as pontas do seu cabelo são secas. Lembre de nunca esfregar! Tente distribuir o condicionador de uma forma em que não embarace o cabelo, porque isso afeta as pontas na hora de pentear. Alguns condicionadores sugerem o tempo de pausa, em que você espera 3 minutos antes de enxaguar, eu totalmente aprovo! O condicionador precisa agir no cabelo antes de ser retirado.
Na hora de retirar, a gente sente o cabelo liso e fica morrendo de vontade de deixar ele no cabelo, achando que ele vai ficar assim depois de seco. Ledo engano! Quanto mais retirar o condicionador do cabelo, mais solto e maleável ele vai ficar. Lembrando que nesse post eu não estou falando de cabelos duros que ficam bonitos na aparência, mas na hora de passar os dedos e jogar ele pra trás, endurece. Estou falando de cabelos limpos! Esses sim ficam soltos. Use água fria pra retirar o condicionador, mesmo no frio! A água fria vai encerrar o processo de selagem dos fios, depois de ter aberto as cutículas pra hidratar.
Depois de terminar o banho, a hora de secar é importante. O cabelo quebra se puxar, torcer ou apertar muito. Imagine que você está secando algo muito frágil na hora de secar o cabelo com a toalha. Se você costuma enrolar o cabelo depois de secar, enrole por pouco tempo, o cabelo "gruda" e perde o brilho nesse caso.
Aí vem a hora de pentear. SEM cremes! Escolha uma escova de cerdas espaçadas, aquelas quadradas. Nunca use o pente! Ele quebra as pontas. E falando nelas, comece penteando sempre por essa parte, assim, os nós do cabelo não vão se quebrar.
Eu sugiro o secador de cabelo pra secar, mesmo não sendo muito fã, ele ajuda muito na hora de modelar o cabelo. Eu sei que a vontade de usar a chapinha depois disso é grande, mas não use! Comece a partir disso a largar esses "vícios" do cabelo, mesmo que ele leve um certo tempo pra se hidratar sem química. O cabelo acostuma sem nada e depois de um tempo natural, ele fica extremamente saudável. Demora, sim, mas o resultado a longo prazo é ótimo! Se achar ele muito armado ou muito seco, uso um elástico pra prender, mas procure não apertar, isso maltrata seu cabelo. O uso das piranhas é super recomendado.
Quanto a hidratar o cabelo 1 vez por semana, eu recomendo de 15 em 15 dias. A hidratação não deixa de ser um processo químico que muda o estado natural do cabelo.
Depois de ver seu cabelo seco, sem ter feito escova, chapinha, lembre-se que você deixou ele assim, e ele precisa voltar ao normal!
Experimentem, e qualquer dúvida sobre esse post, mandem no meu Ask, já que todo anonimato lá é garantido.
Beijinhos a todos.
Como todos que me conhecem sabem, eu não sou nada vaidosa. Sou normal. Gosto de cremes, perfumes e cuidar do cabelo. Maquiagem não é comigo, odeio, nem sei fazer. Uso porque tenho que usar. Eu coloco tudo no automático, na rotina. E como sabem, eu AMO rotina. Tenho um tempo pra usar meus cremes, pra me arrumar, tenho um tempo pra ficar desleixada, tudo na sua ordem.
Então, pra começar, uma coisa que muita gente não sabe: cabelo com muita química estraga. Usar a chapinha todo dia estraga, pintar muito estraga. Por isso que cabelo virgem é sempre bonito. Então a primeira dica é: Deixe seu cabelo respirar! Pare com a química! Tudo bem que seu cabelo tá seco e ele só fica bonito com chapinha. Tudo bem que você não gosta da cor dele, ou que não gosta de cachos. Mas tente a partir de agora parar de fazer qualquer coisa além das dicas que vou dar aqui. Cabelo natural é bonito e muito mais saudável e seu cabelo acostuma a ficar sempre com chapinha, por exemplo.
Vamos começar pelo inicio: na hora de lavar. Antes de entrar no chuveiro, crie o hábito de pentear os cabelos antes, assim, a água vai bater em todos os fios, sem esquecer daquele pedacinho maçarocado no meio. A água do chuveiro pode sim estar quente, e até melhor, porque o calor abre as cutículas pro produto agir melhor, mas cuidado pra não deixar a água quente bater muito no rosto, porque pra envelhecer a pele é um pulo!
Certifique-se de deixar todo o cabelo molhado antes de colocar o shampoo, sem esquecer nenhuma parte. O shampoo não precisa ser caro. Eu uso o Monange, que é um dos mais baratos do mercado. Claro que se você usar um shampoo mais caro, vai fazer um efeito melhor, mas só se usar a linha completa e todo aquela "burocracia". Aí vai o segredo do shampoo: use duas vezes! Assim como diz na embalagem da maioria, deve ser usado sim, duas vezes. A primeira, para tirar os resíduos e limpar. A segunda vez, pra hidratar e selar a limpeza.
Uma coisa importante, tanto no shampoo e no condicionador, é nunca esfregar como se estivesse lavando uma roupa. O shampoo deve ser distribuído no cabelo e não esfregado. Pronto, a primeira etapa é essa. Muita gente para por aí, mas é indispensável depois de lavar com o shampoo, usar o condicionador. Eu uso um barato também, da mesma marca do shampoo.
Na hora do condicionador é necessário começar aplicando o produto nas pontas e deixando pouco para a raiz, principalmente se as pontas do seu cabelo são secas. Lembre de nunca esfregar! Tente distribuir o condicionador de uma forma em que não embarace o cabelo, porque isso afeta as pontas na hora de pentear. Alguns condicionadores sugerem o tempo de pausa, em que você espera 3 minutos antes de enxaguar, eu totalmente aprovo! O condicionador precisa agir no cabelo antes de ser retirado.
Na hora de retirar, a gente sente o cabelo liso e fica morrendo de vontade de deixar ele no cabelo, achando que ele vai ficar assim depois de seco. Ledo engano! Quanto mais retirar o condicionador do cabelo, mais solto e maleável ele vai ficar. Lembrando que nesse post eu não estou falando de cabelos duros que ficam bonitos na aparência, mas na hora de passar os dedos e jogar ele pra trás, endurece. Estou falando de cabelos limpos! Esses sim ficam soltos. Use água fria pra retirar o condicionador, mesmo no frio! A água fria vai encerrar o processo de selagem dos fios, depois de ter aberto as cutículas pra hidratar.
Depois de terminar o banho, a hora de secar é importante. O cabelo quebra se puxar, torcer ou apertar muito. Imagine que você está secando algo muito frágil na hora de secar o cabelo com a toalha. Se você costuma enrolar o cabelo depois de secar, enrole por pouco tempo, o cabelo "gruda" e perde o brilho nesse caso.
Aí vem a hora de pentear. SEM cremes! Escolha uma escova de cerdas espaçadas, aquelas quadradas. Nunca use o pente! Ele quebra as pontas. E falando nelas, comece penteando sempre por essa parte, assim, os nós do cabelo não vão se quebrar.
Eu sugiro o secador de cabelo pra secar, mesmo não sendo muito fã, ele ajuda muito na hora de modelar o cabelo. Eu sei que a vontade de usar a chapinha depois disso é grande, mas não use! Comece a partir disso a largar esses "vícios" do cabelo, mesmo que ele leve um certo tempo pra se hidratar sem química. O cabelo acostuma sem nada e depois de um tempo natural, ele fica extremamente saudável. Demora, sim, mas o resultado a longo prazo é ótimo! Se achar ele muito armado ou muito seco, uso um elástico pra prender, mas procure não apertar, isso maltrata seu cabelo. O uso das piranhas é super recomendado.
Quanto a hidratar o cabelo 1 vez por semana, eu recomendo de 15 em 15 dias. A hidratação não deixa de ser um processo químico que muda o estado natural do cabelo.
Depois de ver seu cabelo seco, sem ter feito escova, chapinha, lembre-se que você deixou ele assim, e ele precisa voltar ao normal!
Experimentem, e qualquer dúvida sobre esse post, mandem no meu Ask, já que todo anonimato lá é garantido.
Beijinhos a todos.
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