Ele riu. Não poderia sentir seu sorriso, mas vi sua risada na tela. Não foi aquela risada sarcástica já clichê, mas uma risada por conta da piada boba que contei. Riu em meio à coleção de insultos que a todo momento pipocam na tela, mas eu seguro por ser forte e por pura teimosia. Teimo num sentimento errado por ser algo que nunca vai acontecer de novo, teimo por ser dificil suportar. Teimo por gostar de adrenalina. Teimo pra mostrar o quanto sou guerreira com meus sentimentos. Queria um bilhão de horas passadas, pra poder ver o quanto tu cresceu.
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sábado, 31 de janeiro de 2015
sábado, 27 de dezembro de 2014
o ano tá indo embora
A vida me ensinou que todo mundo é autruísta, só que muita gente não sabe. Você pode não ter muito, mas dá ao próximo o que tem. Em uma das piores fases da minha vida, quando até o fruto de mim tentam me tirar, pude medir o quanto as pessoas se importam comigo. Recebi apoio de quem nem imaginava que receberia e ainda tenho muito o que pagar. Percebi que os amigos de verdade vão estar ao meu lado me apoiando até se eu não tiver pra onde ir. Aprendi a calar na calúnia, que os verdadeiros sabem a verdade e é isso que importa. Vi que muita gente me viu no chão e ainda tentou me derrubar, por puro prazer de me ver lá. Vi também que há sinceridade pura na mão estendida pra me reerguer. Fiz irmãos e irmãs que pensei que nunca teria a sorte de ter. Fiz mães que me deram colo e um pai que não imaginava ter. Chorei de medo, de angústia, de saudade, de amor, de ilusão, mas ao meu lado, vi essas pessoas que estiveram (e estão) do meu lado me fazendo especial.
Tenho muito ainda pra pelear. O ano que está chegando é só mais um tempo pra tudo fluir. Só gostaria de deixar claro que, quando tudo estiver bem, eu vou lembrar de cada momento que cada pessoa me fez passar, vou lembrar das lágrimas enxugadas, dos sorrisos que me eram forçados a dar e de tudo que aprendi com quem estava aqui. Tenho muito ainda a retribuir.
o ano tá indo embora
A vida me ensinou que todo mundo é autruísta, só que muita gente não sabe. Você pode não ter muito, mas dá ao próximo o que tem. Em uma das piores fases da minha vida, quando até o fruto de mim tentam me tirar, pude medir o quanto as pessoas se importam comigo. Recebi apoio de quem nem imaginava que receberia e ainda tenho muito o que pagar. Percebi que os amigos de verdade vão estar ao meu lado me apoiando até se eu não tiver pra onde ir. Aprendi a calar na calúnia, que os verdadeiros sabem a verdade e é isso que importa. Vi que muita gente me viu no chão e ainda tentou me derrubar, por puro prazer de me ver lá. Vi também que há sinceridade pura na mão estendida pra me reerguer. Fiz irmãos e irmãs que pensei que nunca teria a sorte de ter. Fiz mães que me deram colo e um pai que não imaginava ter. Chorei de medo, de angústia, de saudade, de amor, de ilusão, mas ao meu lado, vi essas pessoas que estiveram (e estão) do meu lado me fazendo especial.
Tenho muito ainda pra pelear. O ano que está chegando é só mais um tempo pra tudo fluir. Só gostaria de deixar claro que, quando tudo estiver bem, eu vou lembrar de cada momento que cada pessoa me fez passar, vou lembrar das lágrimas enxugadas, dos sorrisos que me eram forçados a dar e de tudo que aprendi com quem estava aqui. Tenho muito ainda a retribuir.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Diferenças
Eu gosto desse emaranhado de sentimentos que eu sinto. Por muitas vezes eu pensei em mudar meu jeito e me tornar um padrão que todo mundo é, mas eu não sou assim. Eu admiro meu jeito sincero de ser e gosto de ser leal comigo mesma. Nos tempos de hoje, na minha vida, estou sendo forçada a separar as pessoas e catalogá-las cada uma em um espaço de prioridades.
Eu nunca vou mudar. É inutil sonhar que um dia as pessoas vão me ver de uma maneira diferente. Eu não me importo com meu destino e se ele vai ser cruel comigo. Eu só quero me importar com o dia de hoje, com o que eu sou hoje e com as pessoas que estão hoje ao meu lado.
sábado, 6 de dezembro de 2014
Meu relato sobre a catalepsia projetiva
Na manhã de quarta-feira, 03/12, tive uma experiência de catalepsia projetiva. Desde então, vinha estudando o assunto para, de fato, ter certeza de que tinha realmente sofrido uma paralisia do sono. E realmente tinha. Fiquei sem sono hoje, sexta, e resolvi me aprofundar nessa curiosidade e me senti assustada com relatos de vidência e paranormalidades, mas pra mim, nada disso aconteceu, de praxe, lidei bem com a situação pois pensei de uma forma científica.
Todos os dias, meu celular desperta as 7:00 da manhã. No dia anterior à quarta, tinha ido dormir de forma habitual, perto das 2:00 da manhã. Já tenho o costume de não conseguir dormir antes da meia noite, por mais cansada que eu esteja - isso, talvez, tenha contribuído. Eu dormia de bruços, e quando meu celular despertou pela manhã, ouvi o barulho e demorei alguns segundos para associar que deveria o desligar. Nesse momento não consegui me mover. Já tive experiências parecidas em que estava sonhando que não podia me mexer de forma alguma e, lucidamente, acreditei que fosse um sonho, então, tentei me mover como se estivesse, de fato, sonhando. Não obtive sucesso. Nesse tempo meu celular já tinha entrado no modo soneca (devera ter se passado 1 minuto) e sentia meu corpo extremamente pesado, como se eu estivesse tendo cãimbras. Meu olho não se abria, mesmo com o esforço, era como se minhas pálpebras não respondessem aos estímulos, somente o olho. Quando notei que meus membros não respondiam, tentei fazer um movimento de "rolar" espontâneo, para "avisar" o cérebro que ele poderia sair daquele estado, então consegui sair da paralisia.
Já tinha lido sobre o assunto, por conta dos sonhos que tenho quase que frequentemente de não conseguir me mover, mas jamais pensei que me veria nessa situação. Muita gente relata pavor, espanto, medo. Eu achei bem engraçado.
sábado, 22 de novembro de 2014
Presente
Geralmente quando os problemas aparecem, a gente está desprevenido né, não? Errado! É você que perdeu o controle da situação. Perdeu a capacidade de controlar os desafios, principalmente quando a gente foge da lição que a vida coloca na nossa frente. Você se acha sempre incapaz de resolver, se acovarda. O pensamento é a força criadora. O amanha é ilusório, porque ainda não existe. O hoje é real, é a realidade que você pode interferir. As oportunidades de mudança estão no presente.
Não espere o futuro mudar sua vida, porque o futuro será a consequência do presente.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Sobre amizade
São dias cinzas como hoje que a gente aprende a dosar o que sente. A gente aprende que é hora de mudar, mudar pelas pessoas. Os amigos não precisam ser trocados, os bons sempre permanecem, mesmo que você mude e é por aqueles que ficam que você precisa refazer sua vida.
Não tô mais aguentando viver no meio desse absurdo. Gente falsa pra caralho em minha volta, ambiciosas e interesseiras. Ontem teve uma queda de luz no meu condomínio, ficamos umas 2 horas sem energia. Eu fiquei sem celular e não tinha como falar com ninguém. Deu pra medir bem certinho o tempo em que fiquei sem comunicação relativavemente proporcional com o tempo em que apareceram amigos meus pra saberem se eu estava bem e porque tinha sumido. "A primeira reação foi pensar: 'Velho, faz 2 horas que a Andri não entra no Facebook, acho que ela ficou sem internet', depois pensei em passar na frente da tua casa pra saber se tu tava em casa", segundo o relato de um dos meus amigos que apareceram, um pouco antes de voltar a luz no bairro que eu moro. Quando finalmente consegui ligar meu celular eu recebi mensagens de outros amigos me pedindo loucamente pra responder as mensagens. Eu deveria me sentir bem, mas não me senti. Percebi que valorizo as pessoas erradas. Será que as pessoas sabem o significado da palavra "amigo"? Será que sabem que amigo tá do teu lado até se você precisar matar alguém? Será que sabem medir o que é amizade e interesse do tipo "vou ser legal pra dar uns péga"? A maioria dos meus amigos são homens e alguns eu não mostro interesse algum de querer um dia ter um relacionamento, ficar, transar, o que seja, eles sabem que isso não vai acontecer, mas mesmo assim, tão do meu lado me perguntando se eu tô bem e me arrastando pra festas quando percebem que não tô legal. Eu me emociono em saber que tenho amigos de verdade e não preciso pagar pau pra alguém implorando atenção. Fico feliz quando meus amigos reconhecem o que eu passo e me chamam de guerreira, quando eles me dizem que sou forte, que eu sou divertida ou quando me dizem que sentiram minha falta em determinado lugar em que não fui junto. Quando me chamam pra estar com eles, quando imploram quando digo "hoje não vai rolar a banda". Quando não se importam em aparecer em publico comigo mas sabem que eu não gosto, não se ofendem e fazem questão de me preservar (eu e essa mania tosca de imagem - sociedade do caralho que não aceita amizade entre homens e mulheres). Meus amigos são amigos de verdade, que dá pra pedir até "50 pila" emprestado, como eu fiz na terça pra um dos meus amigos e ele disse "não tenho, mas te consigo pra amanhã". Não sei a definição de amizade que as pessoas tem, mas a minha é que amizade vai além de conversar, rir e beber juntos. Como diz aquele ditado: "ou soma, ou some" e eu não deixo permanecer na minha vida pessoas que não tenham o mesmo caráter que o meu. De mentira, falsidade e interesse o mundo tá cheio e no meu isso não entra. Babacas não entram no clube da andri.
Contrariando todas as contradições (huahuahua) ontem acabei perdendo um amor por ter sido amiga demais. É isso. Tratei ele como amigo, ele não gostou e eu vim pra casa chorando como criança. Precisei de apoio ontem e encontrei nos verdadeiros amigos, os que não eram, eu larguei de mão. Mas isso é outro post do blog. Tô me odiando. Mas a vida segue.