Essa é da série: musicas que a andri escuta na madrugada, com uma lata de cerveja na mão. Ontem tava escutando sertanejo de raiz, hoje tô escutando de Katingelê à Sorriso Maroto. Eis uma das musicas:
"Eu vacilei em não querer mudar, você bem que avisou que iria terminar. Sabe que eu não tive a intenção de andar na contra-mão, mas resolvi parar. Olha só, eu tenho mil defeitos, mas vou te dizer que esse é o meu jeito, o que posso fazer? Mas sabe que eu te amo de verdade, além do mais, rola entre a gente um lance pra valer. Será que tem certeza do que vai fazer? Acho melhor pensar, voltar atrás. Logo eu, que bati de frente com toda essa gente que quis nos vencer... Logo eu, entrei no teu jogo, me queimei no fogo e o pior que ardeu. Logo eu!"
Eita!
Só não coloco letras mais "óbvias" sobre minha vida aqui porque eu choro, e nessa altura do campeonato, é melhor evitar.
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
Stalkear e sei lá.
Hoje me deu uma vontade de me fechar dentro de casa e não sair. Meu pai me ligou cedo pra irmos pro clube e eu resolvi ir pelo Dudu. Ele se divertiu demais, parecia que queria ficar na piscina o dia todo. Tá quase nadando. O tagarela conversou comigo o dia todo e todo mundo tá achando lindo. Tirei muitas fotos das proezas dele.
Hoje eu quase "stalkeei" as pessoas e tô me sentindo orgulhosa em não ter feito isso, não saber, não procurar, não me interessar pela vida de ninguém. Prefiro evitar de me magoar ainda mais, porque sei que vou ver coisas que não quero. É como se fosse uma auto-surra. Não quero me agredir, preciso me proteger. Parece que foi surreal quando eu pensei em digitar um nome na minha caixa de busca do Facebook e meu notebook reiniciou pra instalar atualizações. Foi um aviso do meu eu dizendo "não faça isso, você vai chorar o dia todo se fizer" e não fiz. Obrigada ao meu notebook por instalar atualizações. Foi uma lição pra não querer procurar dois chifres em cabeça de unicórnio.
É dificil falar sobre esses sentimentos que tão vindo agora à tona, mas na real, tô fazendo minha parte. Prometi que nunca correria atrás de ninguém, nunca procuraria ninguém se ninguém me procurasse e nunca forçaria ninguém a gostar de mim. Tô me sentindo bem com as pessoas que estão ao meu redor, mesmo que eu sinta falta (é dificil dizer que sinto falta, porque na verdade não sinto, mas faz parte de um "pacote de sentimentos" que eu recebi esse fim de semana) de pessoas que eu sei que já seguiram em frente.
Tô conversando com uma menina que me pede conselhos sobre fim de relacionamento, porque ela acabou de terminar o dela também. Não me sinto professora do assunto, mas tô sabendo ajudar as pessoas.
Sempre digo que aos poucos vou superando, mas incrivelmente, tá piorando em um lado e melhorando no outro. Melhorando a minha vida e piorando meus sentimentos. De um lado eu rio, do outro eu fico confusa. Sei lá.
Hoje eu quase "stalkeei" as pessoas e tô me sentindo orgulhosa em não ter feito isso, não saber, não procurar, não me interessar pela vida de ninguém. Prefiro evitar de me magoar ainda mais, porque sei que vou ver coisas que não quero. É como se fosse uma auto-surra. Não quero me agredir, preciso me proteger. Parece que foi surreal quando eu pensei em digitar um nome na minha caixa de busca do Facebook e meu notebook reiniciou pra instalar atualizações. Foi um aviso do meu eu dizendo "não faça isso, você vai chorar o dia todo se fizer" e não fiz. Obrigada ao meu notebook por instalar atualizações. Foi uma lição pra não querer procurar dois chifres em cabeça de unicórnio.
É dificil falar sobre esses sentimentos que tão vindo agora à tona, mas na real, tô fazendo minha parte. Prometi que nunca correria atrás de ninguém, nunca procuraria ninguém se ninguém me procurasse e nunca forçaria ninguém a gostar de mim. Tô me sentindo bem com as pessoas que estão ao meu redor, mesmo que eu sinta falta (é dificil dizer que sinto falta, porque na verdade não sinto, mas faz parte de um "pacote de sentimentos" que eu recebi esse fim de semana) de pessoas que eu sei que já seguiram em frente.
Tô conversando com uma menina que me pede conselhos sobre fim de relacionamento, porque ela acabou de terminar o dela também. Não me sinto professora do assunto, mas tô sabendo ajudar as pessoas.
Sempre digo que aos poucos vou superando, mas incrivelmente, tá piorando em um lado e melhorando no outro. Melhorando a minha vida e piorando meus sentimentos. De um lado eu rio, do outro eu fico confusa. Sei lá.
Vivendo um dia de cada vez
Hoje é sábado (ainda não dormi, continua sendo sábado), então hoje foi dia de faxina aqui em casa. Cortei até a grama. Ainda me perguntam se eu tô cansada e eu digo que não. E não tô mesmo, como boa dona de casa que se preze. Fui festejar o aniversário do meu pai e saí cedo de lá, com aquelas desculpas "tô cansada, o Dudu tá enjoadinho, já jantei em casa" pra não dizer que eu tava mesmo era ficando cada vez com mais vontade de chorar. Eu tava em boa companhia, num lugar cheio de gente, com cerveja na mão, mas tava sentindo aquelas coisas de fim de relacionamento que chegaram atrasadas, depois que tudo já passou. Coisas que nem precisava mais sentir. Angústia, medo, nostalgia e tudo mais. Fomos dar uma volta e eu me senti egoísta em não dar sentimentos em troca e quis voltar pra casa, mesmo sabendo que seria pior quando eu chegasse e ficasse sozinha. Sei que me entendem, porque não preciso explicar tudo que tá acontecendo pra quem já passou por isso. Tenho vontade de sair pra rir e esquecer de tudo, mas eu não coloco a carroça na frente dos bois e sei que agora não é a hora de esquecer, é hora de se lamentar um pouco. Tem festas e convites pra sair por aí, por toda a região, por toda a cidade, mas não é justo comigo mesma forçar risadas e diversão, nem é do meu feitio. Não gosto de falsos sentimentos. Não gosto de pessoas falsas, inclusive. Não gosto de promessas falsas.
Vou assim, vivendo um dia de cada vez, um sentimento de cada vez. Já tive dias de luta e dias de glória. Vou guardar esses dias de glória pra viver eles quando eu estiver mesmo disposta, e eles serão inesquecíveis.
Tô escutando uma rádio que toca musicas retrô e pensando no quanto faz sentido tudo que eu tô passando. O quanto é bom ficar em casa um sábado de noite em casa. O quanto eu sou honesta comigo mesma. Me orgulho de mim por não estar por aí fingindo que sou feliz.
Vou assim, vivendo um dia de cada vez, um sentimento de cada vez. Já tive dias de luta e dias de glória. Vou guardar esses dias de glória pra viver eles quando eu estiver mesmo disposta, e eles serão inesquecíveis.
Tô escutando uma rádio que toca musicas retrô e pensando no quanto faz sentido tudo que eu tô passando. O quanto é bom ficar em casa um sábado de noite em casa. O quanto eu sou honesta comigo mesma. Me orgulho de mim por não estar por aí fingindo que sou feliz.
Ironic
Bem, a vida tem um jeito engraçado de aprontar com você, quando você pensa que está tudo bem e tudo está dando certo. E a vida tem um jeito engraçado de te ajudar quando você pensa que tudo está dando errado, e tudo explode na sua cara.
Um engarrafamento quando você já está atrasado, uma placa de "proibido fumar" no seu intervalo para fumar. É como dez mil colheres quando tudo o que você precisa é de uma faca. É encontrar o homem dos meus sonhos e então conhecer a linda esposa dele. E isso é irônico... você não acha?
Um pouco irônico demais... E, sim, eu realmente acho.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Maratona de seriados
Eu passei aqui só pra registrar a patente: copiaram minha vida quando fizeram o episódio 19 da segunda temporada de "Mike & Molly".
O ep se chama "Molly Can't Lie": http://megafilmeshd.net/player/amv.php?v=kvbm9jc2p4no
Tô acompanhando esse seriado e parece muito legal. Muito mais agora que tem a palavra "policial" no meio. É difícil eu gostar de um seriado e assistir até a season finale. Os outros que eu estou acompanhando não estão me agradando tanto quanto esse.
Falando no seriado, lembrei do ep 3, "Mike Likes Cake" da terceira temporada e uma cena que eu chorei:
Eita!
O ep se chama "Molly Can't Lie": http://megafilmeshd.net/player/amv.php?v=kvbm9jc2p4no
Tô acompanhando esse seriado e parece muito legal. Muito mais agora que tem a palavra "policial" no meio. É difícil eu gostar de um seriado e assistir até a season finale. Os outros que eu estou acompanhando não estão me agradando tanto quanto esse.
Falando no seriado, lembrei do ep 3, "Mike Likes Cake" da terceira temporada e uma cena que eu chorei:
Eita!
Todo mundo tá feliz?
Tô disposta a sorrir hoje. E não é o sorriso forçado quando ouço uma piada, é um sorriso de "o que é que está acontecendo comigo pra eu estar feliz assim?". Agora que tenho cartão no meu celular (já que colocaram mesmo que eu tenha dito não, hahaha) tenho vontade de ficar mandando a mesma mensagem de ontem, todo o tempo, com a mesma sinceridade.
Hoje fomos jantar com os amigos, os colegas e os parentes dele e me senti bem. Eu era a estranha no meio de amizades de longa data e parentes próximos, mas eu fui tratada como a nova integrante do bando, desconfiando, mas confiando. Fazia tempo que não me sentia "da família". O Dudu foi chamado de "enteado" e brincou com as crianças da família como se já conhecessem elas há anos. Fizemos mais planos, incluímos a minha família e tudo vai indo tão bem que chego a me assustar. As vezes quero parar, mas não tenho o que parar, tudo depende de mim e aparentemente, quero continuar.
Hoje me perguntaram o clichê: "você e o pai do teu filho não vão mais voltar?" e eu mudei minha resposta. Aquela velha culpa pra cima dele "ele podia evitar, mas não quis" mudou, porque depois de um tempo eu fiquei consciente de que muita gente passa por coisa pior e continuam juntos. Hoje eu respondo que não, com um sorriso no rosto. Eu tô melhor, sem pressões, sem precisar pedir pras pessoas serem melhores, porque as pessoas que estão ao meu redor já são melhores do que a minha opinião. Eu finalmente sou a que ouve e não a que fala. Tenho certeza de que o "menino que morava na minha casa" deve estar melhor também. Assim dizem as evidências que tenho guardadas, assim dizem as pessoas, assim dizem as atitudes dele. Confesso, com lagrimas nos olhos, que eu esperei uma volta, mas não dele, esperei o homem que ele deveria ser. Não esperei que voltasse por mim, porque sei que ele não faria isso, mas pelo Dudu. Me dá um asco em pensar que uma pessoa prefere os caprichos da própria vida do que mudar pra garantir um futuro saudável pra um filho e uma vida digna pra si próprio. Eu não entendo como uma pessoa consegue segurar um bebê nos braços e não saber sobre a responsabilidade de ficar 18 anos (pelo menos) aturando vergonhas, decepções, deixando de lado coisas que gosta pra dar tudo pra um filho. Sinto pena de pessoas que não dão valor à família que constrói. Eu não aguentei ser agredida e ofendida até agora, mas aguentaria um perdão misericordioso. Digo isso hoje, porque ficou na minha cabeça o que minha amiga me disse: "Depois que eu e o meu marido passamos pelo que você passou, ficamos juntos. Mas estamos juntos pelo nosso filho e não porque nos amamos. O amor ficou nas lembranças boas, as coisas boas que temos hoje são consequências de ser uma família".
Por isso eu tô aqui, cuidando da minha família, com meu filho dormindo como um anjo do meu lado, depois de ter dado mil gargalhadas jogando bola com os sobrinhos do meu "príncipe encantado, que precisa me trazer de volta à meia noite pra não perder o meu encanto de Cinderella".
Poderia ter feito o mesmo. Poderia ter largado tudo e vivido a vida que tinha antes. Poderia deixar minha casa toda bagunçada, sem uma rotina e sem comida na geladeira. Poderia deixar meu filho pra ser criado pelos meus pais e trabalhar pra fazer festas. Poderia, mas ainda tenho orgulho de dizer que sou mãe de família! Algo valioso que se quebra, a gente não joga fora, a gente conserta. Tô juntando os cacos.
Hoje fomos jantar com os amigos, os colegas e os parentes dele e me senti bem. Eu era a estranha no meio de amizades de longa data e parentes próximos, mas eu fui tratada como a nova integrante do bando, desconfiando, mas confiando. Fazia tempo que não me sentia "da família". O Dudu foi chamado de "enteado" e brincou com as crianças da família como se já conhecessem elas há anos. Fizemos mais planos, incluímos a minha família e tudo vai indo tão bem que chego a me assustar. As vezes quero parar, mas não tenho o que parar, tudo depende de mim e aparentemente, quero continuar.
Hoje me perguntaram o clichê: "você e o pai do teu filho não vão mais voltar?" e eu mudei minha resposta. Aquela velha culpa pra cima dele "ele podia evitar, mas não quis" mudou, porque depois de um tempo eu fiquei consciente de que muita gente passa por coisa pior e continuam juntos. Hoje eu respondo que não, com um sorriso no rosto. Eu tô melhor, sem pressões, sem precisar pedir pras pessoas serem melhores, porque as pessoas que estão ao meu redor já são melhores do que a minha opinião. Eu finalmente sou a que ouve e não a que fala. Tenho certeza de que o "menino que morava na minha casa" deve estar melhor também. Assim dizem as evidências que tenho guardadas, assim dizem as pessoas, assim dizem as atitudes dele. Confesso, com lagrimas nos olhos, que eu esperei uma volta, mas não dele, esperei o homem que ele deveria ser. Não esperei que voltasse por mim, porque sei que ele não faria isso, mas pelo Dudu. Me dá um asco em pensar que uma pessoa prefere os caprichos da própria vida do que mudar pra garantir um futuro saudável pra um filho e uma vida digna pra si próprio. Eu não entendo como uma pessoa consegue segurar um bebê nos braços e não saber sobre a responsabilidade de ficar 18 anos (pelo menos) aturando vergonhas, decepções, deixando de lado coisas que gosta pra dar tudo pra um filho. Sinto pena de pessoas que não dão valor à família que constrói. Eu não aguentei ser agredida e ofendida até agora, mas aguentaria um perdão misericordioso. Digo isso hoje, porque ficou na minha cabeça o que minha amiga me disse: "Depois que eu e o meu marido passamos pelo que você passou, ficamos juntos. Mas estamos juntos pelo nosso filho e não porque nos amamos. O amor ficou nas lembranças boas, as coisas boas que temos hoje são consequências de ser uma família".
Por isso eu tô aqui, cuidando da minha família, com meu filho dormindo como um anjo do meu lado, depois de ter dado mil gargalhadas jogando bola com os sobrinhos do meu "príncipe encantado, que precisa me trazer de volta à meia noite pra não perder o meu encanto de Cinderella".
Poderia ter feito o mesmo. Poderia ter largado tudo e vivido a vida que tinha antes. Poderia deixar minha casa toda bagunçada, sem uma rotina e sem comida na geladeira. Poderia deixar meu filho pra ser criado pelos meus pais e trabalhar pra fazer festas. Poderia, mas ainda tenho orgulho de dizer que sou mãe de família! Algo valioso que se quebra, a gente não joga fora, a gente conserta. Tô juntando os cacos.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Onde anda meu peso
Emagreci 4 kg e parece que engordei, não me acho bonita hoje e preciso sair de qualquer forma. Hoje tô me sentindo mal, deve ser porque minha casa tá vazia de novo. Tenho vontade de chorar, aí lembro que ninguém quer me deixar sozinha. Queria poder transferir vidas e ver o cara de agora vivendo a vida de outro cara há um mês. Tudo seria diferente, tudo seria mais maduro e consciente. Não quero esperar demais, quero minha vida agora.
Por que fizeram eu viver uma vida que eu não queria, me dando esperanças que receberia algo em troca um dia? Não recebi nada além de ingratidão por tudo que eu fiz.
Dudu acordou hoje me chamando pra trocar a fralda dele e me deu um beijo. A unica coisa boa que aconteceu durante esse tempo foi ele. Nem quero pensar em saber que ele vai estar em mãos encardidas daqui uns meses.
Tenho só mais alguns dias de férias, preciso aproveitar - dia 27 começo minha carreira. Mas como?
Por que fizeram eu viver uma vida que eu não queria, me dando esperanças que receberia algo em troca um dia? Não recebi nada além de ingratidão por tudo que eu fiz.
Dudu acordou hoje me chamando pra trocar a fralda dele e me deu um beijo. A unica coisa boa que aconteceu durante esse tempo foi ele. Nem quero pensar em saber que ele vai estar em mãos encardidas daqui uns meses.
Tenho só mais alguns dias de férias, preciso aproveitar - dia 27 começo minha carreira. Mas como?
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