Não sinto que seja necessário contar em um blog desatualizado as novidades da minha vida, mesmo que tenha mais de mil desde a última postagem, a questão nem é essa. O problema é o foco indo embora, a vontade, o ânimo, o visível despreparo que tenho pra encarar uma coisa que pra mim, há anos atrás era meu cotidiano e hoje é quase que uma obrigação de deixar tudo o mais atualizado possível. Não tenho nem como comentar sobre minhas dores, porque nem eu sei mais o rumo que elas tomaram, a bagagem já está tão cheia que não consigo mais nem carregar tanta coisa. Mas é o que dizem: "suporte", "aguente firme", "veja o lado bom", "aceite, a vida é assim", o discurso se estende pra todos, somos fadados a aceitar, afinal, não temos escolha. Eu, de fato, nunca tive escolha, ou aceito ou recebo o zero. E muitas vezes escolhi receber o zero. Hoje não mais, talvez me rendi a zona de conforto, ou talvez eu esteja muito velha pra certas aventuras. Ou evoluí mentalmente. Só sei que tudo que tira minha paz eu hoje tiro da minha vida, mesmo que os restos fiquem comigo, a sujeira em baixo do tapete vai sempre estar ali. Queria poder arrancar de mim qualquer resquício do que me faz mal, mas sempre, sempre vai estar ali. Pro resto da vida.
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domingo, 10 de abril de 2022
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Sobre relacionamentos
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Abstinência do amor
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
O blog abandonado vai voltar? Não sei, mas queria.
Eu vou pular a parte do "pobre blog abandonado sozinho na web" e dizer que minha vontade era ficar escrevendo o dia todo nessa coisica aqui, mas infelizmente não tenho como. Primeiro que não posso fazer isso sem ter um computador em casa e segundo que não tenho nem um pingo de paciência pra fazer isso no celular, apesar de poder (talvez eu faça posts curtinhos nele, mas não sei). Tenho muitas ideias que queria colocar pauta aqui, alguns pensamentos meus que ainda serão usados no futuro pelo mundo todo. Pensei até em fazer um canal no YouTube porque vamos combinar que fazer vídeo é mais fácil que escrever, mas eu sou do tempo em que tudo aqui nessa internet era mato e ainda gosto do meu velho (beeeem velho) blog pra escrever as bobagens que só passam dentro da minha cabeça. Garanto que tem mais pessoas que tem desvios mentais (hahaha) iguais aos meus e acham interessante ler o que eu escrevo e até se identificar. Nessa era Whatsapp a verdade nunca mais é a mesma. A gente fantasia um mundo, vejo tanta gente sendo alguém na internet e outra fora dela, mas já virou rotina. Aqui pelo menos eternizo meus devaneios e continuo sendo a mesma pessoa, mesmo que esteja um pouco "maquiada". Muita coisa aconteceu e eu quero contar. Muita coisa vai acontecer e eu também quero contar. Hoje sou a mulher casada que era antes, mas agora um pouco mais consciente e madura. Chega uma época da vida duma mulher que ela não quer mais simplesmente ter tudo, ela quer estabilidade pra poder ter tudo que precisar. Ai, a vida. Mas enfim, estou na lan house (tal qual uma neandertal) e preciso ir embora.
Obrigada por ler isso, seja você quem for. Fico feliz de ainda ter visualizações (talvez de pessoas querendo posts novos), então vou continuar por vocês.
Feliz dias dos pais e tal.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Mundo de mentira
O jeito é respirar fundo e continuar atenta naqueles que realmente fazem a vida valer a pena, e permanecer bem longe dessa negatividade que me prejudica.
Posso passar pelo que for, podem até debochar da minha palavra, mas tenho orgulho do caráter que sempre tive e sempre vou ter!
sábado, 2 de janeiro de 2016
Mulher
domingo, 13 de dezembro de 2015
Carta incorrespondida
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
De onde vieram tantas mentiras
Fim.
sábado, 5 de dezembro de 2015
Peça pra ficar
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Sonhos
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Decepção
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Destino
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Sobre amor
Sem amor, eu nada seria.
sábado, 31 de outubro de 2015
Quando teus olhos me veem.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Covarde
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Não olha pra trás.
domingo, 19 de julho de 2015
Tua palavra final
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Curas novas
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
dores novas
Ela o queria, de todas as formas inimagináveis. Pensava que aquele homem todo errado poderia ser alguém pra estar ao lado. Ele se sentia bem ao lado dela, parecia que evoluia. Um erro o perseguia, se sentia fraco perto das circunstâncias. Parecia ser mentira tudo que ela falava, apesar de ser sensata. Ideologias diferentes fizeram o cegar para o que sentia, não conseguia ver algo claro num futuro com ela. Naquele dia ele forçou sua voz e disse coisas que não se diz para ninguém, mesmo que a ferissem, eram de suas palavras que ele precisava e dava o braço a torcer pelos seus pensamentos. Ela se sentiu culpada por tudo que não fizera. Jamais teria coragem para revidar qualquer palavra torta jorrada e se sentiu acoada. Preferiu o seu mundo, se esquivou de toda dor e produziu uma dor diferente que nunca tivera sentido antes: saudade do que nunca daria certo. Foi errada sem errar, fizeram de suas palavras mentiras incontáveis e perdeu o controle de tudo que achou que poderia carregar nos braços. Aprendeu uma dor diferente: ninguém acreditava que doía. Ele não foi capaz de cuidar daquilo que fora imposto, se perdeu nas proprias palavras e fantasiou um mundo que não existia. Ela se afastou. Ele queria ela por perto, mas pra poder sentir sua dor. Ela não revidou. Ele chamou sua atenção de uma forma dolorida. Jamais poderiam ser. Jamais conseguiriam ir em frente. Ela sofreu, mas um dia se reergueu.
Meu medo do futuro
Meu medo é de estar deslocada. Passar frio sem um abraço. Meu medo é de ser a unica no mundo que não faria nada de mal pra ninguém.
Tanta dor, tanta gente querendo o mal e eu só querendo amor. Tanta gente falando o que não deveria, tanta gente magoando. Tanta gente tendo atitudes só pra ferir as pessoas. Hoje mais uma vez mudei meu destino, já não tenho mais certeza de nada que possa acontecer.
Suporto calada tanto mal e não pretendo levantar a voz. Vou continuar sendo submissa por não querer o mal. Poderia jogar coisas nas pessoas - palavras e objetos - mas eu só penso em abraçar.
Como é possível uma pessoa que você só transmite amor querer te atingir de todas as formas possíveis? "Veja, ela te ama!", "Pois bem, então vou feri-la!".